Viii eha encontro de História da Arte 2012



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Ilustração 1. 1888Abigail de Andrade, Estendo a Roupa. Óleo s/ tela, s/d. Coleção 

Sérgio e Hercília Fadel, Rio de Janeiro, RJ.



Ilustração 2. 1895, Almeida Junior, Cozinha Caipira. Óleo s/ tela, 63 x 87 cm. Pinacote-

ca do Estado de São Paulo, SP.




VIII EHA - Encontro de História da Arte - 2012

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Thornton Dial: Fora do quê? 

Whitney Dennis, Saint Louis University

i

ntrodução



Este trabalho pretende expor algumas dificuldades que existem para os artistas que não se 

enquadram facilmente nas categorias principais da história da arte, usando o exemplo de Thornton 

Dial. A arte do Thornton Dial, e sua carreira junta com Bill Arnett, seu patrono, propõe muitas 

perguntas, a muito variadas. Este trabalho tenta pesquisar sobre algumas delas, principalmente 

sobre a categorização do artista, e a dificuldade na comprensão dele usando metodos convencias 

da historia da arte. O fin desta pesquisa deverá lançar alguma luz sobre os fatores que mantiveram 

à Dial fora das instituções do corrente principal, e analisar porque é que Dial e outros artistas como 

ele, são muitas vezes deixados de fora do famoso Cânon de arte elevado. Também se examinara 

o progresso obtido pelo principal promotor Dial, Bill Arnett, através da sua determinação impla-

cável para obter reconhecimento para Dial e ver sua inclusão nos principais instituições de arte. É 

importante notar que os acontecimentos históricos que são mencionados aqui são simplesmente 

destacados por sua relevância para este trabalho, e de modo nenhum abrangem a totalidade da 

longa e complexa história do Dial e Arnett juntos.

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Geralmente, a arte que é considerada de importância hoje é considerado tão em termos de 

seu comprensão e de conformidade com as convenções estabelecidas da história da arte.

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 Esta é 



talvez a raiz da natureza problemática do trabalho do Thornton Dial. A arte dele pertence a uma 

tradição visual do Sul rural e negro que passou quasi desapercebida até recentemente: o yard-



show Africano-Americana, ou exposição de quintal.

2

 Devido à sua natureza secreta e clandestina, 



o yard-show, o yard art, tem sido negligenciado por séculos, até faz pouco tempo. Acontece que 

juntamente com a rica cultura musical que saiu do Sul negro, agora vemos que tem havido uma 

cultura visual também.

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