Vania Marta Figueiredo Yokomizo¹ Tania Maria Henneberg Benemond¹



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CLASSIFICAÇÃO

Os peelings podem ser classificados quanto à profundida-

de em:

- muito superficiais: removem o extrato córneo − pro-



fundidade de 0,06mm;

- superficiais: provocam esfoliaçãoepidérmica − da cama-

da granulosa até a basal (0,45mm);

- médios: atingem a derme papilar (0,6mm);

- profundos: atingem a derme reticular média (0,8mm).

Quanto mais profundos, mais aparentes serão os resulta-

dos, porém aumentarão também os riscos e o desconforto no

período após o procedimento.

Os critérios utilizados para indicação de cada tipo de pee-

ling compreendem idade, fototipo, área a tratar, grau de fotoen-

velhecimento, objetivos a alcançar e habilitação do médico apli-

cador, além dos fatores inerentes a cada paciente em particular.

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A absorção dos fármacos varia segundo: 



- características da pele: espessura da epiderme, densidade

de folículos, grau de fotoagressão, sexo (a pele masculina é mais

oleosa, dificultando a penetração), fototipo (quanto mais baixo,

maior a penetração), integridade da barreira epidérmica, preparo

prévio, limpeza precedente à aplicação do agente esfoliante, pro-

cedimentos anteriores recentes e uso de isotretinoína oral;

- agente químico: características físico-químicas, volume,

concentração, veículo, tempo de exposição;

- modo de aplicação: uso de cotonetes, pincel, dedos

enluvados ou gaze, oclusão ou não da área tratada, pressão e fric-

ção durante a aplicação, número de camadas e frequência do

procedimento.

O médico deve possuir conhecimentos adequados dos

diferentes agentes para esfoliações químicas, do processo de

regeneração da pele, da técnica, bem como da identificação e

tratamento de complicações.

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