Vania Marta Figueiredo Yokomizo¹ Tania Maria Henneberg Benemond¹



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Peeling  de ácido glicólico

Trata-se de alfa-hidroxiácido (2-hidroxietanoico),

encontrado na cana-de-açúcar ou sintetizado a partir do formal-

deído.Por apresentar penetração muito variável, é pouco reco-

mendado para peelings médios ou profundos, sendo mais utiliza-

do para os superficiais em concentrações entre 30 e 70%. A

penetração pode variar conforme o pH da formulação. Quanto

mais baixo o pH, maior é a chance de o ácido glicólico pene-

trar, podendo aprofundar-se muito em áreas mais sensíveis. Uma

solução de ácido glicólico (AG) 70% com pH 2,75 tem 48% de

AG livre. Se o pH for 0,6, todo ácido estará livre. A solução de

AG 50% com pH 1,2 tem 48% de AG livre

A apresentação pode ser sob a forma de solução com

água ou mistura de água, álcool e propilenoglicol, ou ainda em

gel, o que facilita a aplicação, (Figura 4) que é feita, após a lim-

peza da pele com álcool, com pincel ou gaze, de forma rápida e

uniforme. A observação da pele deve ser constante para prevenir

queimaduras. O aparecimento de cor cinza esbranquiçada signi-

fica epidermólise, e o frosting traduz lesão dérmica.

O ácido glicólico causa epidermólise em prazo que varia

de três a sete minutos, dependendo do tipo de pele. Não é

absorvido, portanto não é tóxico. Necessita de neutralização

com água ou bicarbonato de sódio 10%. É indicado para acne

ativa, melasma e dermato-heliose leve.

Peelings seriados de ácido glicólico, com intervalos quin-

zenais, permitem excelentes resultados. 

I

nfecções e cicatrizes, quando o procedimento é bem



conduzido

,

são raras.



14-15

O herpes labial deve ser prevenido com

anti-herpéticos orais nos casos de história prévia. 



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