V universidade de São Paulo



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fuvest 2022 primeira fase tipo V
O nanoscópio, prossegue Ado Jorio (professor da UFMG), 
ilumina a amostra com um microscópio óptico usual. O foco 
da luz tem o tamanho de um círculo de 1 micrômetro de 
diâmetro. “O que o nanoscópio faz é inserir uma nanoantena
que tem uma ponta com diâmetro de 10 nanômetros, dentro 
desse foco de 1 micrômetro e escanear essa ponta. A imagem 
com resolução nanométrica é formada por esse processo de 
escaneamento da nanoantena, que localiza o campo 
eletromagnético da luz em seu ápice”, afirma o professor. 
Itamar Rigueira Jr. “Nanoscópio da UFMG possibilita compreender estrutura que 
torna grafeno supercondutor”. Adaptado. Disponível em 
https://ufmg.br/comunicacao/noticias/. 
Gadelha A C et al. (2021), Nature, 590, 405-409, doi: 10.1038/s41586-021-03252-5. 
Com base nos dados mencionados no texto, a razão entre o 
diâmetro do foco da luz de um microscópio óptico usual e o 
diâmetro da ponta da nanoantena utilizada no nanoscópio é 
da ordem de: 
(A) 0,0001 
(B) 0,01 
(C) 1 
(D) 100 
(E) 10000 
41 
A quantidade de bactérias em um líquido é diretamente 
proporcional à medida da turbidez desse líquido. O gráfico 
mostra, em escala logarítmica, o crescimento da turbidez 𝑥 de 
um líquido ao longo do tempo 𝑡 (medido em minutos), isto é, 
mostra log
𝑥 em função de 𝑡. Os dados foram coletados de 
30 em 30 minutos, e uma curva de interpolação foi obtida 
para inferir valores intermediários. 
Disponível em https://fankhauserblog.wordpress.com/. 
Com base no gráfico, em quantas vezes a população de 
bactérias aumentou, do instante 𝑡 para o instante 𝑡 ? 
(A) 2 
(B) 4 
(C) 5 
(D) 10 
(E) 100 
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 42 A 44 
Fatbergs 
are 

growing scourge infesting 
cities around the world—
some are more than 800 
feet long and weigh more 
than 
four 
humpback 
whales. These gross globs, 
which can cause sewer 
systems to block up and even overflow, have been plaguing the 
U.S., Great Britain and Australia for the past decade, forcing 
governments and utilities companies to send workers down into 
the sewers armed with water hoses, vacuums and scrapers with 
the unenviable task of prying them loose. 
"It is hard not to think of [fatbergs] as a tangible symbol of the 
way we live now, the ultimate product of our disposable, out of 
sight, out of mind culture," wrote journalist Tim Adams in The 
Guardian.
At their core, fatbergs are the accumulation of oil and grease 
that's been poured down the drain, congealing around flushed 
nonbiological waste like tampons, condoms and baby wipes. 
When fat sticks to the side of sewage pipes, the wipes and other 
detritus get stuck, accumulating layer upon layer of gunk in a sort 
of slimy snowball effect. 
Fatbergs also collect other kinds of debris—London fatbergs 
have been cracked open to reveal pens, false teeth and even 
watches. 
Restaurants are a big contributor to fatbergs: Thames Water, 
the London utilities company, found nine out of 10 fast-food 
eateries lacked adequate grease traps to stop fat from entering 
the sewers. Homeowners also contribute to the problem by 
pouring grease and fat down the sink. 
Even though its component materials are soft, fatbergs 
themselves can be tough as rocks. Researchers have found a host 
of dangerous bacteria in fatbergs, including listeria and e.coli. 
Fatbergs are notorious for their fetid smell, which can make 
even the hardiest sewer workers gag, and chipping away at one 
can release noxious gases.
The key to fatberg prevention is remembering the four Ps: 
Pee, poo, puke and (toilet) paper are the only things that should 
be flushed. 

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