Universidade federal fluminense instituto de letras


Prof. Sérgio Antônio Câmara



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Prof. Sérgio Antônio Câmara 

PUC-RIO 

 

Niterói   



2006 


  

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

Ao meu pai, com quem compartilhei vinte anos de boa música e literatura.  

À minha querida mãe, grande artista e incentivadora, com quem continuo esta prazerosa 

viagem pela apreciação estética.  

 

 

 



 


AGRADECIMENTOS 

 

 



À minha orientadora, professora Ângela Maria Dias, pela docilidade, paciência e 

dedicação, mas, sobretudo, pela amizade durante todos estes anos. 

 

À banca examinadora, pela gentileza e dedicação na leitura de meu trabalho, desde a 



ocasião da banca de qualificação.  

 

À minha amiga e professora Sônia Monnerat, companheira desde a graduação, pela 



confiança, generosidade, e pelo exemplo de vida pessoal e acadêmica. 

 

À professora Mariângela Rios, pelo seu jeito generoso, simples e prático de ensinar e de ver 



a vida. 

 

À minha irmã e às amigas em comum, Jacque, Marcelle, Sigrid, Claudinha, Helô e Naná, 



pelo incentivo de sempre. 

 

A José Luis Sánchez, pelo amor, pelo carinho e por ter sempre acreditado em mim.  



 


RESUMO 

 

 



 

Esta dissertação trata da solidão do sujeito na ficção curta de Lygia Fagundes Telles.  

Mostraremos como o despertar para a solidão do sujeito contribuiu para dar corpo a uma 

tendência literária que duraria por toda a modernidade.  

 

Nesta perspectiva, atravessamos a obra de Jean-Jacques Rousseau, precursor da escrita da 



interioridade, evidenciando o caráter positivo da solidão no universo deste autor.  

 

A dissertação aponta também a ambigüidade suscitada por tal sentimento na obra de Lygia, 



uma vez que, tendo em vista a obsessão de sua obra pelo tema da corrosão do indivíduo 

pelo tempo, o recurso à memória contada tanto pode evidenciar a negatividade quanto 

sugerir certa renovação do sujeito. 

 

 



Palavras-chave: 

 

Solidão; Rousseau; Lygia Fagundes Telles; reminiscência; negatividade; ambigüidade.      



 

 





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