Universidade federal do estado do rio de janeiro


parte de um museu institucionalizado ele também deixaria de ser



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parte de um museu institucionalizado ele também deixaria de ser graffiti? Ao restaurar graffiti 
o  MUF  estaria  quebrando  paradigmas?  O  que  determina  a  efemeridade  desta  arte?  Em  que 
medida o restauro do  graffiti  pode se configurar como  uma valorização da arte e do próprio 
artista? Eis algumas das questões que permeiam esta pesquisa que se concentra na análise das 
implicações decorrentes da entrada do graffiti no MUF, especialmente no período contido entre 
2010  e  2014.  Tudo  indica  que  o  restauro  dos  graffiti  enquanto  tema  e  problema  teve  seus 
“deslimites”, pois cada Casa-Tela foi restaurada de uma forma distinta. O que parece estar em 
jogo e presente no desejo de restauro das Casas-Tela, obras coletivas e vivas, é a preservação 
da informação, não importando se há ou não mudanças nas pinturas restauradas. Os desenhos 
devem  preservar  a  capacidade  de  comunicar  o  conteúdo  de  memórias  do  museu.  Todo  esse 
processo  sugere  que  o  MUF  tem  buscado,  com  o  graffiti  e  seu  poder  dialógico,  o 
reconhecimento das memórias das favelas em que está inserido como parte integrante da cidade 
do Rio de Janeiro. 
 



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