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Branca na cidade de Campina Grande – PB (1980-1982)



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Branca na cidade de Campina Grande – PB (1980-1982). XXVII Simpósio Nacional de História da ANPUH: 
Conhecimento histórico e diálogo social. Natal, 2013. 
37
 Cf. SILVA, Josenildo Marques da.  As duas faces: a construção da imagem pública de Wilson Braga em 
jornais paraibanos (1980-1986). Dissertação de mestrado em História. Campina Grande, 2014. 
38
  LIMA,  Damião  de.  Campina  Grande  sob  intervenção:  a  ditadura  de  1964  e  o  fim  do  sonho 
regional/desenvolvimentista. João Pessoa: EDUFPB, 2012. 


28
 
principalmente com ênfase no momento de distensão e transição
39
 e, por fim, estudos sobre o 
movimento estudantil do golpe até o governo Geisel com os trabalhos de Érica Lins Ramos
40

Rosicleide Henrique da Silva
41
 e Talita Hanna Cabral
42
 
 
Estes  foram  alguns  dos  trabalhos  que  compõem  o  quadro  de  produções 
historiográficas  sobre  a  ditadura  militar  e  algumas  rápidas  considerações  sobre  as  mesmas. 
Certamente muitos outros estudiosos do tema ficaram de fora, todavia não era nosso objetivo 
focar em uma extensa revisão historiográfica, mas apenas fazê-la de modo a justificar nossas 
perspectivas  teóricas  epistemológicas,  as  escolhas  de  determinadas  nomenclaturas,  assim 
como esclarecer o porquê de não usarmos outras e a razão de discordarmos delas. 
Para  além  dessa  diversificação  historiográfica,  passamos  a  contar  com  aberturas  de 
documentos até então inacessíveis para pesquisadores. Assim sendo, 
a partir de 1995, “no começo do governo Fernando Henrique Cardoso pudemos contar 
com a  Lei nº 9.140, conhecida como  Lei dos Desaparecidos em que foi criada também uma 
Comissão  Especial  sobre  Mortos  e  Desaparecidos  (CEMDP),  subordinada  ao  Ministério  da 
Justiça do Brasil
43
 (NAPOLITANO, 2014, p.327). 
  A  partir  da  promulgação  dessa lei,  teve-se  a  chance  de  reavaliar  processos  da  anistia 
para  a  correção  de  eventuais  injustiças  ou  omissões  e  tornar  casos  totalmente  públicos, 
contando, inclusive, com o lançamento de um livro em 2007 intitulado “Direito à memória e à 
verdade”. Entretanto, o acesso a essa documentação de natureza sigilosa era liberado apenas à 
                                                             
39
Cf.  NUNES,  Paulo  Giovani  Antonino.  “Estado  versus  sociedade  civil:  o  processo  de  transição  para  a 



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