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6 CRONOGRAMA DAS AULA (opcional)

MÊS

DIAS

Fevereiro




Março




Abril




Maio




Junho




7 AVALIAÇÃO


ATIVIDADE

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

PESO

Prova

Pertinência e clareza nas respostas apropriação e discussão dos textos trabalhados na disciplina. Argumentação criativa e coerente com a proposta da disciplina.

30%

Ensaio

Pertinência e clareza na escrita apropriação e discussão dos textos trabalhados na disciplina.

30%

Seminário

Participação junto ao grupo, domínio do contéudo, clareza na apresentação das idéias.

20%

Oficina

Participação junto ao grupo, domínio do contéudo, clareza na apresentação das idéias.

20%




8 BIBLIOGRAFIA





Básica:
Unidade 1:


  1. VEYNE, Paul. Introdução. Acreditavam os Gregos em seus mitos? São Paulo: Ed. Brasiliense, 1984. (p. 11-26);

  2. VERNANT, Jean-Pierre. As Origens da filosofia. In: Mito e pensamento entre os gregos: estudos de psicologia histórica. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990, (p. 107-131);

  3. HARTOG, François. Primeiras figuras do historiador na Grécia. In: Revista de História. FFLCH-USP, 1999. (09-20);

  4. HARTOG, François (org.). Antes da História o saber da musa e a memória do Aedo. In: A história de Homero a Santo Agostinho. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2001.

  5. Koselleck, Reinhart. Historia Magistra Vitae. In: Futuro Passado. Rio de Janeiro: Ed. PUC, 2006.

Unidade 2:



  1. MARSHAL, Berman. Introdução: modernidade ontem, hoje e amanhã. In: Tudo que é sólido desmancha no ar. São Paulo: Cia das Letras, 1986. (15-36);

  2. GÜNTHER, Horst. O pensamento histórico no início da modernidade. In: O conceito de História. KOSELLECK, Reinhart; MEIER, Christian; GÜNTER, Horst, ENGELS, Odilo. Belo Horizonte: Autêntica, 2013. (85-118);

  3. GARDINER, Patrick. A interpretação do processo histórico: Vico. In: Teorias da História. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. s/d.

  4. GARDINER, Patrick. A interpretação do processo histórico: Herder e Kant. In: Teorias da História. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. s/d.

Unidade 3:




  1. RUDIGER, Francisco. Os paradigmas fundadores. In: Paradigmas do estudo da História. Porto Alegre: Gattopardo, 2010. (12-60);

  2. SMITH, Adam. A riqueza das Nações. Análise sobre o Liberalismo;

  3. GARDINER, Patrick. A interpretação do processo histórico: Hegel. In: Teorias da História. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. s/d. Estudo sobre o Idealismo e a dialética;

  4. KARL, Marx. 18 Brumário de Luiz Bonaparte. Estudo sobre Luta de classes, Dialética e Materialismo histórico;

  5. MALERBA, Jurandir. Leopoldo Von Ranke. In: Lições de História. Porto alegre: Ed. PUC, 2010. Estudo sobre a escola metódica;

  6. NIETZSCHE, Friedrich. Segunda consideração intempestiva (da utilidade e desvantagem da história para a vida). Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2003.

 
Bibliografia Complementar:

BOURDÉ, Guy e MARTIN, Hervé. As escolas históricas. Lisboa: Euro-América, 1990 [capítulo I e II – A história na Idade Média].

GAGNEBIN, Jeanne-Marie. Verdade e memória do Passado. In: Lembrar, escrever, esquecer. São Paulo: Ed. 34, 2006, p. 39-47

POLLAK, Michael. Memória, esquecimento, silêncio. Revista Estudos Históricos. Rio de Janeiro, v.2, n. 3, 1989, p. 3-15. Disponível em: http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/reh/article/view/2278/1417

TODOROV, Tzvetan. Memória do mal, tentação do bem. São Paulo: Arx, 2002.

NORA, Pierre. Entre memória e história: a problemática dos lugares. In: Projeto História. São Paulo: n 10, dez,1993, p. 7-28.

PROST, Antoine. Os tempos da História. In: Doze lições sobre a História. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.

BRAUDEL, Fernand. A longa duração. In: História e Ciências Sociais. Lisboa: Editorial Presença, 1986, p. 7-39

POMIAN, Temporalidades.

SCHMIDT, Maria Auxiliadora M. S.; CAINELLI, Marlene. Ensinar história. São Paulo: Scipione, 2004

FLORESCANO, Enrique. A função social do historiador. Revista Tempo. Niterói, RJ, v. 4, 1997, p. 65-79. Disponível em: http://www.historia.uff.br/tempo/artigos_livres/artg4-4.pdf

Hobsbawm, Eric. O que a história tem a dizer-nos sobre a sociedade contemporânea? In: Sobre história. São Paulo:Companhia das Letras, 1998.

PROST, Antoine. Verdade e função social da história. In: Doze lições sobre a História. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.

ARENDT, Hannah. Entre o passado e o futuro. Perspectiva, 1980

ARIÈS, Philippe. O tempo da história. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1989

CARDOSO, Ciro Flamarion. Um historiador fala de teoria e metodologia. Ensaios. Bauru/SP: Edusc, 2005.

CHARTIER, Roger. A história ou a leitura do tempo. Belo Horizonte: Autêntica, 2009.

FONTANA, Josep. A história dos homens. Bauru/SP: Edusc, 2004.

KOSELLECK, Reinhart. Futuro Passado: contribuição à uma semântica dos tempos históricos. Rio de Janeiro: Contraponto, 2006.

LE GOFF, J.História e memória. Campinas: Unicamp, 1994.

POLÍBIOS. História. Brasília: Ed. da UnB, 1985

RICOUER, Paul. A memória, a história, o esquecimento. Campinas: Editora Unicamp, 2007.

TUCIDIDES. História da guerra do Peloponeso. Livro I / Tucídides. São Paulo: Martin Fontes, 1999

WHITROW, G. J. O tempo na História. Rj: Jorge Zahar, 1993.

ARENDT, Hannah. A Condição Humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1995

________________ Entre o passado e o futuro. São Paulo: Perspectiva, 2000, 5ª. Ed.

ARIES, Philipe. Tempo e história. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1989.

BANN, Stephen. As invenções da história: ensaios sobre a representação do passado. São Paulo: UNESP,

1994


BORGES, Vavy Pacheco. O que é história. São Paulo: Brasiliense, 1993. 2ª. Ed.

BLOCH, Marc. Introdução à história. Mem Martins: Europa- América, 1997.

BIGNOTO, Newton. Maquiavel historiador. Revista USP. São Paulo: Edusp, março – maio de 1996.

CASTORIADES, Cornélius. A criação histórica. Porto Alegre: Secretaria Municipal de Cultura, 1992.

______________________ A instituição imaginária da sociedade. Rio de Janeiro: Paz e Terra.

FERRO, Marc. A história vigiada. São Paulo: Martins Fontes, 1989.

FIEKER, Raul. Raul. Vico – o precursor. São Paulo: Moderna, 1994.

FRANCO Jr., Hilário. Idade Média: o nascimento do ocidente. São Paulo: Brasiliense, 2001, 2ª. Ed.

FURET, F. A oficina da história. Lisboa, Gradiva, s/d

HOBSBAWN, Eric. Nações e nacionalismo desde 1780: programa, mito e realidade. Rio de Janeiro:

Paz e Terra, 2004, 4ª. Ed.

GAY, P. O estilo na história. S. P., Companhia das Letras 1990

GARIN, Eugenio. Idade Média e Renascimento. Lisboa: Estampa, 1966.

GRIMAL, Pierre. A mitologia grega. São Paulo: Brasiliense, 1987, 4ª. Ed.

LE GOF, Jacques. História e memória. Campinas: Ed. UNICAMP, 2003, 5ª. Ed.

MARX, Karl. Manifesto do partido comunista. São Paulo: Global, 1988

MICHELET, J.- História da revolução francesa. S.P. Cia.das Letras/Circulo do Livro, 1989

_____________ Joana D’Arc. São Paulo: POLIS, 1996.

NIETZSCHE, Friedrich. Segunda Consideração Intempestiva: Da utilidade e desvantagem da

história para a vida. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2003

PASTOREAU, Michel. No tempo dos cavaleiros da Távola Redonda. São Paulo: Companhia das

Letras, 2001.

RANCIERE, Jacques. Os nomes da História. São Paulo: Educ; Campinas: Pontes, 1994.

RANKE, L.von - L. von Ranke: História. São Paulo: Ática, 1979

SCHAFF, Adam. História e verdade. São Paulo: Martins Fontes, 1995.

VICO, Giambattista,. Princípios de (uma) ciência nova: (acerca da natureza comum das nações).

São Paulo: Abril Cultural, 1974

WHITE, Hayden. Meta-história . Suo Paulo: EDUSP, 1992.

______________. Trópicos do discurso. São Paulo: Edusp, 1990

WILSON, Edmund. Rumo à Estação Finlândia: escritores e atores da História. São Paulo: Companhia das



Letras, 1986.





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