Universidade Católica de Moçambique Instituto de Educação à Distancia a revista Claridade



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Objectivos

  1. Objectivo Geral


  • Descrever a Revista Claridade.
      1. Objectivos Específicos


  • Compreender o historial do surgimento da Revista Claridade;

  • Identificar as Razões que impulsionaram o surgimento da Claridade;

  • Explicar os porquês do nome Claridade;

  • Identificar os nove (9) números da revista Claridade;

  • Conhecer os fundadores e colaboradores da Claridade.



    1. Metodologia


Como já se referiu na introdução o trabalho foi de cunho bibliográfico visto que toda pesquisa tem um carácter bibliográfico em algum momento de sua concepção.
Em consonância com Minayo, (1994), a pesquisa bibliográfica é um trabalho de natureza exploratória, que propicia bases teóricas ao pesquisador para auxiliar no exercício reflexivo e crítico sobre o tema em estudo. Em primeiro momento é bastante útil para aguçar a curiosidade do pesquisador e despertar inquietações sobre o tema a ser estudado. Serve para ambientar o pesquisador com o conjunto de conhecimento sobre o tema.

  1. A Revista Claridade

    1. Breve Historial do Surgimento da Revista Claridade


O surgimento da revista Claridade é, sem dúvida, o maior acontecimento do panorama literário cabo-verdiano. Deste modo, é imprescindível considerar que o momento histórico que se vigorava na altura. Como foi referido na introdução no início do século XX, houve a construção de uma literatura sui generis nos países africanos de língua portuguesa. Em Cabo Verde, em particular, essa construção deu-se com o surgimento da revista Claridade, (Barros, 2009, p. 151).
Entretanto, a Claridade é uma revista literária e cultural surgida em 1936 na cidade do Mindelo, Cabo Verde, e que está no centro de um movimento de emancipação cultural, social e política da sociedade cabo-verdiana.
Assim, encarando o espaço como fundado pela história, é que se discute as dimensões, sobretudo históricas, que fizeram viável uma discussão e construção do lugar social ocupado por Cabo Verde dentro da esfera colonialista portuguesa e da ideia de império Ultramarino Português, tão propagada por Oliveira Salazar nos idos do século XX.
O discurso português foi o responsável por construir e representar um imaginário colonial mascarado pela ideia universalista que pretendia materializar a metáfora do império português de totalidade geográfica, de um Portugal que abraçasse suas colónias, que fosse além de suas latitudes e disperso na desterritorialidade (Anderson, 2008)).
Esse discurso assimilacionista português, que salva os homens da “barbárie”, é também o discurso da homogeneidade, o discurso que vê as colónias como mesmas, como iguais e sem variáveis, passíveis de serem reduzidas a um quadro monolítico cuja designação continental (a África, a Ásia) fosse já o suficiente para desvendar as múltiplas características sociais e históricas.

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