Unidade 8 dor abdominal indd


  O  papel  do  profi ssional  de  saúde  e  do  cuidador/família



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2.2  O  papel  do  profi ssional  de  saúde  e  do  cuidador/família 

frente ao paciente com dor abdominal

O  manejo  deve  ser  orientado  para  identifi car  causas  de 

possível  manejo  domiciliar,  evitando  busca  desnecessária  por 

serviços de urgência. Independentemente da causa, a analgesia 

deve ser considerada, para melhor conforto do paciente. 



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LEMBRE-SE!

A analgesia não retarda e não leva ao erro diagnóstico 

em situações de dor abdominal (TRINDADE, 2012). 

O  tratamento  deve  ser  específi co  para  a 

provável causa subjacente. Deve-se lembrar sempre 

da técnica da “demora permitida”, que permite

em pacientes sem sinais de alerta, a observação 

cuidadosa do quadro por algumas horas e até 

dias, até que um diagnóstico possa ser mais bem 

pensado e fi rmado. 

Deve-se ter atenção redobrada com pacientes idosos, em que 

a percepção da dor é alterada (há uma redução de 10% a 20% na 

intensidade da dor por década, acima dos 60 anos). Complicações 

potencialmente graves neste grupo incluem: diverticulite, isquemia 

mesentérica e aneurisma de aorta abdominal (TRINDADE, 2012; 

CARTWRIGHT e KNUDSON, 2008).






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