Tratamento Fisioterapeutico das doencas do Joelho



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ESTUDO ORTÓPÉDICO E TTO FISIOTERAPÊUTICO DAS PRINCIPAIS PATOLOGIAS DO JOELHO

Profa Msc Talita Regina Coelho

Revisão dos sistemas Avaliação

Anatomia do Joelho Vista Anterior


NETTER, 2000.

lateral


medial

RX AP de joelho



Anatomia do Joelho Vista Posterior

NETTER, 2000.

medial

lateral


Vasto lateral

Tendão do quadríceps

Banda íliotibial

Retináculo lateral

Vasto medial

Retináculo medial

Cápsula articular

Ligamento patelar



ANATOMIA MÚSCULO-TENDÍNEA ANTERIOR DO JOELHO

Patela


NETTER, 2000.

CORTE TRANSVERSAL DA ANATOMIA DO JOELHO

Radiografia -RX de Joelho

Vista antero-posterior (AP)

Vista lateral (perfil)

Exame

  • História
  • Inspeção estática
  • Palpação
  • Inspeção dinâmica
  • Arco de movimento
  • Testes especiais

Palpação

  • • Proeminências ósseas – TAT, epicôndilos femorais
  • Facetas patelares
  • • Interlinha articular
  • • Fossa poplítea
  • • Pata de ganso
  • • Tendão patelar e quadríceps

Inspeção estática

  • Cicatrizes
  • • Trofismo muscular
  • • Aumento de volume (derrame articular)
  • • Deformidade
  • • Posição ortostática – eixo (varo ou valgo)

DERRAME ARTICULAR

Teste de Rechaço Patelar (Teste de Golpe Patelar, “tecla de piano”)

Deve ser realizado quando for detectado derrame da articulação do joelho.



Método: indivíduo em DD, joelho em extensão, o examinador empurra com delicadeza a patela no direção do pé e em seguida a libera.

Resultado: Positividade do teste quando o examinador libera (solta) a patela e ela recuará ou sofrerá um ressalto anterior.

Palmer & Epler, 2000



MASSA MUSCULAR

Método: avaliação da circunferência da panturrilha será mensurada com fita métrica contornando a maior curvatura da panturrilha.

Valor de referência: < 31 cm indica depleção de massa muscular e associação com incapacidade (Rolland et al, 2003; Cruz-Jentoft et al, 2010).

Ângulo normal para homens: 10º-15º

Ângulo normal para mulheres: 10º-19º

Palmer & Epler, 2000



Ângulo Q (ângulo do Quadríceps)

Como medir?

Paciente: DD

Eixo do goniômetro: centro da patela.

Braço móvel: direcionado para EIAS.

Braço fixo: tuberosidade da tíbia.

Marques, 2003



Ângulos menores: podem estar relacionados a condromalácea patelar e patela alta.

Ângulos maiores: disfunção femoropatelar, deslocamento potencial da patela; joelho valgo.

Dutton, 2006; Palmer & Epler, 2000

Ângulo normal para homens: 8º-14º

Ângulo normal para mulheres: 15º-17º

Dutton, 2006

COMPRIMENTO DOS MEMBROS INFERIORES

Santili et al, 1998.



Real: distância entre a EIAS ao maléolo medial, em cm.

Pazin et al, 2007.



Comprimento da coxa: da espinha ilíaca ântero-superior ao bordo superior da patela.

Comprimento da perna: bordo superior da patela ao maléolo medial.

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