The semantic-argumentative functioning of the almost-asseverative epistemic modalization



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14191-Texto do artigo-53382-1-10-20190204
LISTA DE MATERIAL 2020 - 1º Ensino Médio 1, Catálogo PDF 07.04.2022 (2)


Revista do GELNE, v. 20, número 2, 2018 ISSN: 2236-0883 ON LINE 
DOI 10.21680/1517-7874.2018v20n2ID14191 
98 
Revista do GELNE, Natal/RN, Vol. 20 - Número 2: p. 98-110. 2018
O FUNCIONAMENTO SEMÂNTICO-ARGUMENTATIVO DA 
MODALIZAÇÃO EPISTÊMICA QUASE-ASSEVERATIVA
 
THE SEMANTIC-ARGUMENTATIVE FUNCTIONING OF THE 
ALMOST-ASSEVERATIVE EPISTEMIC MODALIZATION 
Francisca Janete da Silva Adelino – UFPB
1
Erivaldo Pereira do Nascimento – UFPB
2
 
 
RESUMO 
O presente artigo discute o funcionamento semântico-argumentativo da modalização epistêmica 
quase-asseverativa na construção argumentativa do gênero entrevista de seleção de emprego. 
Pretendemos saber (i) que recursos linguísticos instauram a modalização quase-asseverativa em 
entrevistas de seleção de emprego; e (ii) como esses recursos funcionam estrategicamente para 
gerar orientação argumentativa durante o processo interativo no gênero em estudo. Para tanto, 
adotamos os pressupostos da semântica argumentativa de Ducrot (1988); juntamente com os 
estudos da modalização desenvolvidos por Lyons (1977); Cervoni (1989); Castilho e Castilho 
(1993); Palmer (2001); Neves (2011); Nascimento (2010); Nascimento e Silva (2012); além de 
outros estudiosos dessa área. A pesquisa assume uma abordagem qualitativa e um caráter 
descritivo de base interpretativa, já que identificamos e interpretamos os modalizadores 
epistêmicos quase-asseverativo presentes no corpus, atentando para o seu funcionamento 
argumentativo. O corpus é constituído por vinte e duas entrevistas de seleção de emprego 
gravadas e coletadas em um Centro Universitário localizado em Natal-RN. As análises revelam 
que, ao fazer uso desse subtipo de modalizador, o entrevistado e o entrevistador demonstram 
certo distanciamento em relação ao que apresentam em seus discursos. Ademais, esse 
distanciamento fica marcado pela atenuação impressa no conteúdo da proposição, pela 
relativização da força da asserção e também pela isenção da responsabilidade com o dito. Além 
disso, ao usar esse recurso, os locutores não se comprometem com o conteúdo enunciado e
assim, apresentam a proposição em forma de hipótese que depende de confirmação. 

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