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Ponto de vista – As raízes da resistência (p. 216)



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Ponto de vista – As raízes da resistência (p. 216)
1.
  Os movimentos acompanham mais recentemente novos 
destinos do capital, que se direciona para grandes 
cidades do interior, como Campinas (SP), e médias, 
como Jundiaí (SP), e até de porte menor, como Santa 
Fé do Sul (SP) e Balneário Camboriú (SC), e mesmo 
Encantado (RS).
2.
  Porque há a ideia, segundo a qual, desde o final do 
século XIX, o imigrante tem de ser branco europeu
e isso se choca com as características dos atuais 
imigrantes. A ausência de uma necessidade explícita 
de mão de obra estrangeira e a falta de políticas 
públicas em níveis municipais, estaduais e federal 
para promoverem a integração dos imigrantes na 
sociedade brasileira.
3.
  Resposta pessoal. É interessante questionar os estu-
dantes sobre situações de discriminação contra pes-
soas que vieram de outras cidades ou de outros estados 
e regiões, e mesmo de fora do país. 
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Compreensão e análise 2 (p. 217)
1.
  No período colonial, as migrações internas acompa-
nharam os sucessivos ritmos de desenvolvimento das 
economias regionais, relacionados à agricultura de 
exportação, à criação bovina ou à extração mineral. As 
migrações internas também foram influenciadas pelo 
surto de desenvolvimento da extração e da comerciali-
zação do látex, para a produção de borracha, na Ama-
zônia (1870-1912), pelo cultivo do café – que marcou 
a economia brasileira em boa parte do século XIX e no 
início do século XX – e pelo crescimento industrial do 
Sudeste (especialmente no estado de São Paulo). A 

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