Territorio e Sociedade3 pnld18 pr pontualOK. pdf



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Atividades
Atividades variadas são organizadas em diferentes 
seções e com objetivos distintos (veja o item Estrutura 
da Coleção), possibilitando aos estudantes a verifica-
ção, sistematização e aplicação dos conhecimentos 
adquiridos, e oferecendo ao professor ferramentas 
de avaliação da aprendizagem. Ao professor é dada, 
ainda, a liberdade de utilizar essas atividades com 
autonomia, atendendo às necessidades específicas 
da turma ou até mesmo de alguns estudantes.
A Coleção oferece variados recursos textuais e 
imagéticos, enriquecendo e complementando os con-
teúdos trabalhados. Muitos deles são explorados por 
meio de atividades, algumas interdisciplinares, que 
auxiliam sua leitura, interpretação e crítica, estabele-
cendo relações com o assunto abordado. Outros são 
sugeridos nos boxes lateriais sob as vinhetas Leitura, 
Site e Filme. Sugerimos que o professor, juntamente 
com os estudantes, utilize esses recursos conforme 
seu interesse, realidade e necessidade. 
Apresentamos, a seguir, procedimentos gerais que 
visam explorar melhor alguns dos recursos presentes na 
Coleção, como textos, mapas, gráficos e charges. Por 
meio dessas diretrizes, que podem ser aplicadas em 
qualquer situação pedagógica, fazendo-se as adapta-
ções necessárias, esperamos contribuir para um melhor 
aproveitamento dos recursos presentes na Coleção.
Exploração de textos
Diversos textos, de variados gêneros, autores e 
épocas, são apresentados nas seções Contexto, Lei-
tura e discussão, Conexão, Ponto de vista e Contraponto. 
O professor pode utilizá-los segundo a realidade e a 
necessidade da turma para desenvolver e aprimorar 
a competência leitora dos estudantes.
De acordo com a professora e pesquisadora Isabel 
Solé, na leitura dos textos devem ser observadas as 
seguintes etapas:
•  atividades antes da leitura: observação do título, 
da fonte e de imagens que os acompanham; 
levantamento de conhecimentos prévios dos 
estudantes sobre o tema; estratégias de antecipa-
ção (antecipar o conteúdo do texto por meio das 
pistas levantadas e dos conhecimentos prévios);
•  atividades durante a leitura: buscando envol-
ver os estudantes, certificar-se de que estão 
compreendendo o texto e elucidar os trechos 
mais complexos;
•  atividades após a leitura: nas quais se observa se 
houve a compreensão e interpretação do texto lido.
A intervenção do professor nesse processo é de 
extrema importância, não apenas para o desen-
volvimento intelectual da competência leitora dos 
estudantes, como também para o aprimoramento 
de funções cognitivas relacionadas à inferência, 
síntese, análise, inter-relações e diferentes conexões 
possíveis de ideias. É do educador a atribuição de 
oferecer orientação clara do processo de leitura de 
textos. Com sua função de mediador entre o leitor (o 
estudante), o conteúdo e o autor, leva o estudante 
a perceber o caminho que o autor percorreu para 
expor suas ideias, relacionando-as com os contextos 
em que ambos – estudante e autor – estão inseridos. 
O trabalho de desenvolvimento da competência 
leitora pode ser feito tanto de maneira individual 
quanto em grupos.
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Metr—poles
“A ideia de metrópole nos remete a uma outra ideia, a de hierarquia. Como na história política dos 
povos, onde algumas nações comandam as outras, com suas peculiaridades políticas, econômicas e 
culturais, as metrópoles também disporiam do papel de comando em relação ao conjunto das cida-
des. As metrópoles seriam as entidades mais altas na hierarquia, em virtude de deterem as melhores 
condições econômicas, sociais, culturais e políticas: daí sua posição de comando.
A história nos fez juntar a ideia de metrópole à ideia de tamanho. Mas não seria apenas quantitativo
mas também qualitativo – a grande cidade se torna metrópole por reunir condições, fruto em parte 
de seu tamanho e da sua força reunida. É por isso que as metrópoles aparecem como o lugar onde é 
possível conviver com a sofisticação. [...]
É o que distinguiria as nossas metrópoles das do norte, porque nas nossas metrópoles a sofisticação 
não está ao alcance senão de uma parte muito pequena da população. Entraríamos, portanto, em uma 
outra forma de distinguir as metrópoles, a qual limitaria a definição de São Paulo como metrópole, 
porque poucas pessoas têm acesso ao que há aqui de sofisticado, diferentemente de uma cidade como 
Paris, Londres ou Nova York, ou mesmo como Viena, que não é tão grande.”
SANTOS, Milton. Como você conceitua as noções de urbanização e metropolização? (entrevista).  
Revista 
Caramelo. São Paulo: Grêmio da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, 1994, n. 7. p. 62.
1.  Peça aos estudantes que identifiquem o título e o autor do texto. Caso não o conheçam, fale de forma resumida 
sobre ele e sua importância para os estudos geográficos.
2.  Pergunte sobre o que acreditam ser o conteúdo do texto e o que sabem a respeito. Questione também o que 
eles gostariam de aprender com a leitura do texto. Anote no quadro de giz as respostas que surgirem.


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