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Figura 13.  Plantação de melancia  em Mossoró (RN), 2012. Fonte



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Figura 13.
 Plantação de melancia 
em Mossoró (RN), 2012.
Fonte: GARCIA, Carlos. O que é Nordeste Brasileiro. São Paulo: 
Brasiliense, 1999. p. 6.
Figura 12. nordeste: sub-regiões
Parnaíba
Picos
Sobral
Juazeiro
do Norte
Crato
Mossoró
Campina
Grande
Caruaru
Arapiraca
Petrolina
Juazeiro
Feira de
Santana
Vitória da
Conquista
Itabuna
Ilhéus
Porto Seguro
Montes
Claros
SÃO LUÍS
FORTALEZA
SALVADOR
MACEIÓ
ARACAJU
RECIFE
NATAL
JOÃO PESSOA
TERESINA
Arq. de Fernando 
de Noronha
Atol das
Rocas
Arq. dos
Abrolhos
PIAUÍ
RIO GRANDE
DO NORTE
ALAGOAS
SERGIPE
BAHIA
PARAÍBA
PERNAMBUCO
CEARÁ
MINAS GERAIS
MARANHÃO
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capítulo 11  –  complexos regionais brasileiros 
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A sub-região 
Meio-Norte configura-se como uma zona de transição entre o Sertão 
e a Amazônia. Nela predomina o cultivo do arroz e vem crescendo a produção de 
soja. O agroextrativismo também é presente, com a exploração das palmeiras 
babaçu 

carnaúba, espécies principais da Mata dos Cocais, sendo o babaçu predominante 
no Maranhão, e a carnaúba, no Piauí. leia o Entre aspas. Também nesses estados
particularmente na porção sul, como visto, tem se expandido a agropecuária moderna 
da soja, do milho e do algodão.
Figura 14. 
Feira de Tecnologia 
Agrícola e Negócios, em luís 
Eduardo Magalhães (BA), 2011.
As quebradeiras de coco baba•u
As quebradeiras de coco de babaçu lutam pela aprovação da Lei Federal de livre acesso aos babaçuais 
dos estados de Piauí, Maranhão, Tocantins e Pará, principais produtores desse fruto. Além dessa lei, que 
tramita no Congresso Nacional desde 2009, as quebradeiras querem também a aprovação de leis estaduais 
e municipais (elas já conseguiram que alguns municípios as aprovassem). 
As reivindicações surgem diante das dificuldades de manter as atividades de coleta e quebra do 
coco de babaçu, utilizado em atividades econômicas diversas, principalmente na fabricação de dendê. 
Hoje, as mulheres que vivem dessa atividade são impedidas de fazer a coleta do fruto nas áreas rurais 
produtoras. Geralmente, elas são agredidas por fazendeiros que vendem a matéria-prima a indústrias de 
carvão vegetal, utilizado pelas empresas de ferro-gusa, por exemplo. 
Mulher quilombola quebra coco de babaçu no povoado de Soledade, em Caxias (MA), 2014.
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Unidade 4  |  Brasil: perspectivas e regionaliza•‹o 
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indústria da seca
A seca é um fenômeno natural que ocorre periodicamente no Semiárido nordes-
tino em decorrência da irregularidade das chuvas, fenômeno característico do clima 
do Sertão. A estiagem pode se estender por alguns meses. No entanto, as péssimas 
condições de vida de parcela considerável da população dessa sub-região não podem 
ser creditadas a esse fenômeno. São tantas as conquistas tecnológicas neste início 
de século xxI – dessalinização (figura 15), irrigação, retirada de água subterrânea, 
técnicas de armazenagem de água, conhecimentos das especificidades do bioma 
Caatinga – que é inadmissível culpar a seca pela pobreza no Sertão nordestino.
A dessalinização da água é um conjunto de processos físico-químicos que retira 

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