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SURINAME
GUIANA
VENEZUELA
COLÔMBIA
PERU
BOLÍVIA
PARAGUAI
ARGENTINA
URUGUAI
Guiana Francesa (FRA)
AM
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PA
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RR
PORTO ALEGRE
FLORIANÓPOLIS
CURITIBA
SÃO PAULO
RIO DE JANEIRO
VITÓRIA
SALVADOR
ARACAJU
MACEIÓ
RECIFE
JOÃO PESSOA
NATAL
FORTALEZA
TERESINA
SÃO LUÍS
BELÉM
MACAPÁ
MANAUS
PORTO VELHO
CUIABÁ
BOA VISTA
RIO
BRANCO
BELO
HORIZONTE
BRASÍLIA
GOIÂNIA
CAMPO GRANDE
58,3 a 70,0
70,1 a 75,0
75,1 a 80,0
80,1 a 90,0
90,1 a 97,0
População urbana na
população total (%) – 2013
300.000 a 500.000
500.001 a 1.000.000
1.000.001 a 3.000.000
6.476.631
(Rio de Janeiro)
11.967.825
(São Paulo)
Cidades (habitantes) – 2015
N
0
460 km
3 Nos últimos 15 anos do século XX, o estado do Amapá experimentou um intenso processo de urbanização em 
razão do êxodo rural, provocado pela falta de uma política agrícola que permitisse a fixação de parcela expressiva 
da população rural e pela instalação da Zona de Livre Comércio de Macapá e Santana. Essas cidades, distantes 
20 km uma da outra, concentram praticamente 75% da população do estado.
Figura 3.
 Comunidade quilom-
bola com casas equipadas com 
antena parabólica, em União 
dos Palmares (AL), 2015. O 
consumo cresceu com a urba-
nização, incentivado por políti-
cas de crédito ao consumidor. 
Isso fez com que até mesmo 
as populações de renda mais 
baixa pudessem adquirir pro-
dutos industrializados, ainda 
que de maneira desigual.
Fonte: IBGE. Síntese de Indicadores 
Sociais. Uma análise das condições 
de vida da população brasileira 2014
Indicadores Socias – COPIS 2015
Disponível em: 

Acesso em: jan. 2016.
RUBENS CHA
VES/PULSAR IMAGENS
SONIA V
AZ
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Capítulo 5  –  Urbanização no Brasil 
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TENDÊNCIAS RECENTES
Principalmente a partir dos anos 1990, vêm se delineando novas tendências no 
processo de urbanização brasileiro: 
•  diminuição do ritmo das migrações inter-regionais; 
•  expansão das áreas de ocupação irregular e de condomínios fechados nas 
zonas próximas aos grandes centros urbanos; 
•  ritmo de crescimento menos acelerado das grandes cidades, entre elas as 
metrópoles; 
•  intensificação no ritmo de crescimento das cidades médias; 
•  valorização extrema dos imóveis urbanos; 
•  custo de vida mais alto nas metrópoles (incluindo aluguel de imóveis); 
•  expansão e adensamento populacional das periferias das metrópoles em con-
traste com a redução da densidade demográfica em áreas centrais (figura 5).
Figura 5.
 A revitalização de regiões antes degradadas resulta no seu enobrecimento, elevando o 
valor dos imóveis (comercialização e locação) e alterando o perfil do comércio, que se volta para 
um público de maior poder aquisitivo, e dos serviços, inclusive culturais e de lazer, os quais passam 
a ter custos bem mais altos. Os moradores antigos, sem condições de se manterem ali, acabam 
sendo empurrados para áreas periféricas da cidade. Esse processo de elitização das áreas centrais 
e expulsão da população de baixa renda é chamado de gentrificação, como visto no capítulo ante-
rior. Na imagem, vista aérea do Pelourinho, em área central de Salvador (BA), onde o programa de 
revitalização foi iniciado em 1991.
As cidades mŽdias passaram a oferecer certas vantagens em relação às grandes, 
como aumento da oferta de empregos, em virtude da transferência de muitas indús-
trias para essas localidades, menor custo de vida, menor índice de criminalidade 
e ampliação da oferta de estabelecimentos comerciais e de serviços destinados a 
atender à população. São cidades que apresentam qualidade de vida melhor do 
que as grandes.
JEREMY HORNER/ALAMY STOCK PHOTO/FOTOARENA
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Unidade 2  |  Espaço geográfico e urbanização 
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