Teoria da acumulaçÃO



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TRABALHO DE GEOGRAFIA
LIÇÃO 11-14 - VERBOS IRREGULARES

  1. TEORIA DA ACUMULAÇÃO

A teoria da acumulação se baseia justamente na acumulação do capital no centro das coisas, sendo ela quem aumenta a potência no modo de produção capitalista. O desenvolvimento da produção capitalista torna quase que obrigatório expandir seu capital frequentemente, para preservá-lo. Porém só se consegue aumentá-lo por meio da acumulação progressiva de bens ou de capital.


Marx diz que o capitalismo seria uma série de contradições internas, e que frequentemente haveria crises, devido ao grande volume de competições. Ele conclui que o capitalismo tende a produzir barreiras para seu desenvolvimento, isso significa que as crises afetam o processo capitalista de acumulação. Um exemplo de crise a partir da acumulação seria a superprodução sem levar em conta os limites do mercado, pois os capitalistas visando lucro, tendem a baixar os salários das massas, mesmo sendo uma atitude contraditória, porque quem consome são as pessoas, e se elas não receberem o bastante, torna-se quase impossível comprar.
Crises não possuem apenas impactos negativos, também impõem ordem e racionalidade no desenvolvimento econômico capitalista, ou seja, limites os quais não devem ser ultrapassados em certos momentos, pois geram grandes prejuízos. Em geral, as crises periódicas devem ter o efeito de expandir a capacidade produtiva e renovar as condições de acumulação adicional.
Após a crise, mudanças acontecem, como se a acumulação passasse para um novo nível. Primeiramente, aumento da produtividade da mão-de-obra, devido a produção de máquinas e equipamentos mais sofisticados. Segundamente, o custo da mão-de-obra diminui, por causa da grande quantidade de desempregados. Terceiramente, o excedente de capital, que careceu de oportunidades de investimento na crise, será atraído por linhas de produção novas e mais lucrativas. E por último, o esvaziamento de mercado de todos os bens produzidos. Com isso, percebe-se que a carência leva ao exagero.




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