Tcc fernando Bartholomay Filho Memória Abolição sc 1888-1938



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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA 

 

Centro de Filosofia e Ciências Humanas 



 

Departamento de História 

 

 

 



 

 

 



 

 

Fernando Bartholomay Filho 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



A memória da abolição: as comemorações do cinqüentenário na imprensa catarinense e 

nos Institutos Históricos e Geográficos do Brasil e de Santa Catarina 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



Florianópolis 

2010 



 

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Fernando Bartholomay Filho 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



A memória da abolição: as comemorações do cinqüentenário na imprensa catarinense e 

nos Institutos Históricos e Geográficos do Brasil e de Santa Catarina 

 

 



 

 

 



 

 

 



Trabalho  de  conclusão  de  curso  apresentado  como 

pré-requisito para obtenção do título de Bacharelado 

e  Licenciatura  em  História  pela  Universidade 

Federal de Santa Catarina. 

 

Orientação: 



Professora 

Dra. 


Beatriz 

Gallotti 

Mamigonian. 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

 

 



 

Florianópolis 

2010 



 

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[folha de aprovação] 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

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AGRADECIMENTOS 

 

 

Com  este  trabalho  chega  ao  fim  um  processo  iniciado  em  meados  de  2004,  quando 



abandonei uma graduação em administração de empresas para cursar história. A decisão veio 

depois de me dar conta de que estava passando mais tempo no setor de literatura e história da 

Biblioteca  Central  da  UFSC  do  que  nas  minhas  aulas  de  estatística,  contabilidade  e  layout 

organizacional.  Abandonar  uma  possível  carreira  no  mundo  empresarial  por  um  curso  de 

história  seria  motivo  para  sobressalto  em  qualquer  família,  mas  meus  pais  Fernando  e 

Maristela encararam o fato e os desdobramentos com o apoio e a infinita paciência de sempre. 

A educação que recebi de ambos tem se tornado cada vez mais importante na minha vida, e 

sou imensamente feliz por ter tido pais tão cuidadosos. 

Ao longo de sete anos morei em Florianópolis com minha irmã Francisca, que aturou 

com  assombrosa  serenidade  o  meu  temperamento,  meus  defeitos  e  minhas  manias,  uma 

proeza  que  acho  difícil  de  ser  alcançada  por  qualquer  pessoa  razoável.  Ao  mesmo  tempo,  a 

distância  também  me  fez  sentir  muita  falta  do  meu  irmão  Pedro,  de  forma  que  passei  a 

valorizar cada vez mais o tempo que passo ao lado dele. Atualmente é a minha pessoa favorita 

no mundo, e hoje enxergo nele uma centena de qualidades que me faltam, procurando sempre 

me espelhar nelas. Aos meus dois irmãos, agradeço e deixo o meu carinho incondicional. 

Estudar num curso de ciências humanas foi uma das melhores experiências da minha 

vida,  de  forma  que  não  consigo  (nem  quero)  imaginar  o  tipo  de  pessoa  que  seria  hoje  se 

tivesse  feito  qualquer  outra  coisa.  Ao  contrário  da  maioria  dos  estudantes  de  história,  não 

entrei no curso querendo mudar o mundo, mas mudar a minha cabeça. Ao longo de cinco anos 

aprendi a essencialmente questionar e desconfiar de tudo, conviver com diferenças de opinião 

e  respeitá-las,  qualidades  que  eu  não  possuía  antes  e  que  hoje  considero  fundamentais  nas 

minhas relações pessoais. 

Não  teria  chegado  nesse  ponto  sem  a  ajuda  dos  amigos  que  fiz  no  curso.  Amigos 

muitos melhores do que eu mereço, e que mereceriam um amigo muito melhor do que eu sou, 

embora  esteja  tentando  melhorar  nesse  sentido.  O  Alfredo,  meu  melhor,  mais  sábio, 

obstinado, engraçado,  inteligente  e  lúcido  amigo,  por  quem  eu  tenho  um carinho  tão  grande 

que  a  simples  presença  dele  já  é  suficiente  para  mudar  meu  humor,  sempre  para  melhor.  A 

Juliana,  a  única  pessoa  que  eu  conheço  em  que  teimosia  e  a  paciência  convivem  e  se 

complementam, e que ao longo desses anos me deu um bom número de “sacudidas” pra que 

eu caísse na real, tomasse juízo, ou as duas coisas ao mesmo tempo. A Gabi, que mereceria 




 

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vários  prêmios  por  ter  me  aturado  nos  momentos  mais  sombrios  e  mal-humorados,  sempre 



achando graça e até gostando da minha presença, coisa inacreditável. O Pedrão, que apesar de 

porto-alegrense e colorado foi sempre  uma companhia das mais adoráveis e divertidas de se 

ter por perto. A Sabrina, que eu sempre admirei e por quem eu vou sentir um carinho absurdo 

pro  resto  da  vida.  A  Bianca  e  a  Lígia,  as  duas  fantásticas,  que  eu  sempre  lamento  não  ter 

convivido tanto  quanto poderia. A Dani, ininterruptamente engraçada e  encantadora, sempre 

engendrando maneiras de juntar o pessoal e nunca ficando magoada quando não dava certo. O 

Lucas e a Maria, com os quais eu me diverti desatinadamente, de maneiras e em situações que 

provavelmente  nunca  mais  vão  se  repetir  na  minha  vida.  O  Mateus,  que  eu  até  hoje  não  sei 

como  guarda  um  coração  tão  grande  dentro  daquele  corpinho  tão  pequeno.  O  Diego,  um 

verdadeiro menino-prodígio, basicamente tudo que eu sempre quis ser quando tinha 17 anos, 

mas nunca cheguei nem perto. 

De  forma  particular,  eu  sou  excepcionalmente  grato  por  ter  convivido  com  algumas 

das pessoas mais inteligentes, engraçadas e divertidas do curso de história da UFSC, durante o 

tempo  em  que  fiz  parte  do  PET-História,  principalmente  com  aquela  escalação  titânica  da 

época  em  que  entrei,  com  Marcão,  Maurício,  Franco,  Virgínia,  Lis,  Aninha,  Felipe,  Pedro, 

Fábio e Roberta. Nunca na minha vida redigir ofícios, fichar livros e fazer orçamentos foi tão 

divertido.  Ainda  mais  com  a  presença  sempre  agradabilíssima  do  Professor  João  Klug,  com 

quem eu troquei algumas dezenas de sorrisos silenciosos e irônicos no curso das milhares de 

discussões surreais que foram travadas naqueles três anos. 

Meu  agradecimento final  vai  para  todos  os  professores  de  história com  quem eu  tive 

aula  nesta  universidade,  e  que  de  uma  forma  ou  de  outra  me  ensinaram  alguma  coisa.  Com 

todos  os  problemas  que  são  característicos  de  qualquer  instituição  de  ensino  público,  tenho 

certeza de ter aprendido história com ótimos profissionais. 

O  agradecimento  final  vai  para  minha  orientadora,  Professora  Beatriz,  que 

transformou a idéia vaga que era esse trabalho havia pouco mais de um ano em algo coerente. 

Suas  aulas,  as  discussões  e  o  convívio  serviram  para  desenvolver  o  gosto  por  uma  pesquisa 

bem  feita.  Não  sou  o  único  a  achar  que  o  rigor  por  ela  exigido  na  utilização  de  fontes  e  da 

bibliografia foi fundamental para minha formação acadêmica. A ela credito apenas os acertos 

deste trabalho. Os deslizes ficam por conta somente da minha inexperiência. 

 

Florianópolis, junho de 2010 



 

 



 

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