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Protesto e engajamento nas canções



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Protesto e engajamento nas canções

A exemplo da literatura, também na música muitos artistas usaram suas produções como meio de protesto, denúncia e instrumento de transformação.

Na década de 1960, por exemplo, bandas britânicas como os Beatles e os Rolling Stones valeram-se do rock para, em muitas de suas canções, criticar a realidade. Em 1964, no Brasil, a repressão instaurada pelo golpe militar contribuiu para o surgimento de movimentos musicais que viam nas canções uma forma contundente de protesto. Caetano Veloso, Gilberto Gil, Geraldo Vandré, Chico Buarque, Tom Zé, entre outros, usaram suas composições para criticar tempos sombrios.

Nos anos de 1970, o punk rock dos Ramones, Sex Pistols e The Clash criticou a Guerra Fria. Na mesma época, surgia outro gênero musical de protesto, o reggae, na Jamaica.

Nas décadas de 1980 e 1990, foi a vez de a banda irlandesa U2 protestar contra a intolerância religiosa.

Entre nós, bandas como Legião Urbana, Titãs, Plebe Rude, Paralamas do Sucesso e Capital Inicial deram sua opinião crítica sobre o Brasil. Igualmente, Nação Zumbi, O Rappa, Skank, Sepultura, Ratos de Porão, entre outros nomes da cena musical brasileira, vêm fazendo de sua música um instrumento de protesto.



Capa do álbum Abbey Road, do grupo inglês The Beatles, gravado em 1969.

REPRODUÇÃO

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Acesse a página do “Memorial Chico Science” e conheça mais sobre o compositor pernambucano: .

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