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Raimundo Correia: o poeta do desengano – p. 102



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Raimundo Correia: o poeta do desengano – p. 102

1. O poeta utiliza vários recursos para criar essa imagem: repete o verbo “ir” (“vai-se”) nos dois primeiros versos, mostrando que as pombas
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estão saindo dos pombais nas primeiras horas do novo dia. Para caracterizar a quantidade de pássaros, trabalha com a inversão das expressões “outra mais” e “mais outra”, no segundo verso, sugerindo com isso que vão aumentando gradativamente em número até chegar a uma grande revoada. E, para intensificar essa revoada, o poeta recorre às reticências. Também há o uso da aliteração do fonema /s/ para sugerir o som das asas ruflando.



2. Trabalha com a imagem das pombas voltando, em bando e serenas, para os pombais, como a anunciar o fim do dia.

3. a) O poeta introduz o tema dos sonhos na adolescência e na vida adulta.

b) A madrugada está associada à adolescência, e a tarde, à vida adulta.



4. O poeta revela uma visão pessimista da existência. Segundo essa visão, na juventude os homens mantêm vivos seus sonhos, mas, na vida adulta, esses sonhos perdem o sentido.



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