Se liga na língua: literatura, produção de texto, linguagem


Alberto de Oliveira: o mestre parnasiano – p. 101



Baixar 11.7 Mb.
Página649/665
Encontro29.07.2021
Tamanho11.7 Mb.
1   ...   645   646   647   648   649   650   651   652   ...   665
Alberto de Oliveira: o mestre parnasiano – p. 101

1. Para criar a ambientação, logo na primeira estrofe, o eu lírico situa seu leitor sobre a localização da peça: o vaso está posto em uma pedra de mármore brilhante, em cima de um móvel antigo e perfumado, entre um leque e um pano bordado. Além disso, misturam-se, no poema, sentidos como a visão, o tato (sugerido pelo bordado) e o olfato (“perfumado”).

2. Estão pintados no vaso os seguintes elementos: flores vermelhas sutilmente lavradas e a figura incomum de um velho mandarim “De olhos cortados à feição de amêndoas”.

3. A beleza do vaso é associada ao fato de o artista chinês tê-lo pintado quando estava loucamente apaixonado (“coração doentio”). Isso justificaria as “rubras flores” pintadas com tinta ardente “de um calor sombrio”.



Compartilhe com seus amigos:
1   ...   645   646   647   648   649   650   651   652   ...   665


©historiapt.info 2019
enviar mensagem

    Página principal