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Capítulo 5 Parnasianismo: beleza e perfeição



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Capítulo 5 Parnasianismo: beleza e perfeição

Pra começar – p. 98

1. a) Trata-se de uma metáfora construída a partir da semelhança, segundo o eu lírico, entre um poeta e um monge da Ordem de São Bento. Os poetas, ao elaborarem um poema, se assemelhariam aos religiosos, conhecidos pela paciência, pela perseverança e pelo esmero.

b) A metáfora sugere que, durante o processo de construção de um poema, um poeta deve ter a disciplina e a paciência de um monge beneditino, enclausurando-se (“Longe do estéril turbilhão da rua”).



2. O eu lírico defende que a Beleza, “gêmea da Verdade” (valores humanos alegorizados no poema), é a “arte pura” e que esta só alcança força e graça na simplicidade; por isso, o poeta deve esforçar-se em não demonstrar os artifícios que utiliza para construir seus poemas.



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