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Fala aí – p. 38

Resposta pessoal. Professor: Faça a mediação, porque o tema é polêmico. Uma estratégia interessante é escrever na lousa as origens dos familiares dos alunos, de modo a traçar um panorama étnico da classe e mostrar o quão diverso e rico é o povo brasileiro. Não aceite nenhum tipo de preconceito. Autores como Gilberto Freyre (Casa grande & senzala) e Sérgio Buarque de Holanda (Raízes do Brasil) são referências interessantes para esse debate.

I-Juca Pirama”: pequeno épico de grandes proporções – p. 42

1. Ele se apresenta aos Timbira como um “filho das selvas”, descendente “Da tribo Tupi”, um “bravo”, um “forte”, um “filho do Norte”.

2. Resposta pessoal. Professor: Espera-se que os alunos respondam que não, pois o “bravo” e “forte” Tupi pedia pela manutenção de sua vida em nome de um ideal maior: cuidar do velho pai.

3. a) Seria a segunda razão apontada no fragmento, ou seja, “uma celebração pós-batalha, na qual a bravura de um inimigo [derrotado] é absorvida pelo vencedor”.

b) O chefe Timbira considerou o prisioneiro Tupi um fraco por este ter implorado pela vida e chorado em presença do inimigo. Dessa forma, devorar um guerreiro adversário que se acovardou diante da morte representaria a absorção de características tidas como inferiores, negativas.



4. a) “Em mim se apoiava, / Em mim se firmava, / Em mim descansava [...]”.

b) A anáfora cria um efeito de reforço da ideia de que o velho pai do guerreiro Tupi depende dele para sua sobrevivência.





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