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III. Estudo da oralidade: formalidade e informalidade – Produção de texto e Linguagem



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III. Estudo da oralidade: formalidade e informalidade – Produção de texto e Linguagem

No capítulo 8, quando os alunos estudaram o e-mail, perceberam que certos recursos são mais comuns nas comunicações formais, enquanto outros são frequentes nas informais. Essa mesma variação pode ser observada nos gêneros orais: se uma palestra ou uma participação em mesa-redonda preveem um alto grau de monitoramento da linguagem, outros gêneros, como o depoimento ou o relato de experiência, podem ser menos monitorados.

Após finalizar as atividades relativas às transcrições do capítulo 10 (Produção de texto) e antes de propor a produção, peça aos alunos que comparem as falas do psicólogo Guto Pompeia e do pesquisador José Bessa com a da cantora Mallu Magalhães, transcrita no capítulo 15 (Linguagem). Em seguida, solicite que façam um levantamento das diferenças, procurando relacioná-las à situação de interação. Mostre-lhes que a artista trata de uma experiência pessoal, em uma situação de pouca formalidade, o que possibilita uma fala menos tensa, em que as interrupções, substituições, hesitações, etc., se assemelham às de uma conversação. Além disso, emprega uma variação linguística típica de jovens, com a presença de gírias, por exemplo. Já os especialistas estão em uma situação formal, uma vez que se dirigem a um público com a função de instruí-lo. Embora não contem com o planejamento longo das situações escritas formais, monitoram sua fala em busca de uma expressão mais fluente, com menos termos informais, adequada à transmissão de um conteúdo mais denso.



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