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O teatro nacional do Romantismo



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O teatro nacional do Romantismo

Com a missão de reformar a sociedade, o teatro romântico voltou-se para a discussão das grandes questões humanas, sempre vinculadas à “cor local”. José de Alencar, Joaquim Manuel de Macedo, Gonçalves Dias, entre outros, escreveram peças nas quais interesses financeiros, amores, imoralidades, atos nobres, crimes e virtudes são discutidos por meio dos personagens.

Gonçalves de Magalhães, pioneiro no teatro moderno, estreou no Rio de Janeiro, em 1838, sua peça Antônio José ou O poeta e a Inquisição. Também merecem destaque, a comédia de costumes O juiz de paz na roça, de Martins Pena, e a peça histórica Leonor de Mendonça, de Gonçalves Dias, que trata do assassinato de Leonor por seu marido, no século XVI, em Portugal.

O nome de Gonçalves de Magalhães acabou entrando para a história literária do Brasil menos pelos poemas que publicou e mais por sua atuação como divulgador teórico de uma nova escola literária já incorporada aos meios europeus com os quais o autor carioca teve oportunidade de conviver, daí nossa escolha por não abordá-lo.

Indicamos o estudo feito por Antonio Candido e José Aderaldo Castello sobre o teatro romântico nacional em Presença da literatura brasileira – Das origens ao Realismo (13. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2008. p. 162-167). Sugerimos também a leitura do capítulo “O advento do Romantismo”, de Décio de Almeida Prado, em História concisa do teatro brasileiro (São Paulo: Edusp, 1999. p. 29-52).



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