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A tempestade (1996), de Legião Urbana
Por que ouvir: Neste álbum da banda brasiliense, as letras e a sonoridade são marcadas pela introspecção e impregnadas de um lirismo tipicamente romântico.
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UNIDADE 2 ROMANTISMO: A REDESCOBERTA DO BRASIL

Os retratos que você vê na página ao lado fazem parte do Projeto Humanae, que vem sendo desenvolvido pela fotógrafa brasileira Angélica Dass desde 2012, com o objetivo de, segundo ela, documentar as verdadeiras cores da humanidade, que não se resumem aos falsos branco, vermelho, preto e amarelo. Desse projeto, fazem parte pessoas do mundo inteiro, mas estranharíamos se os rostos fotografados fossem todos de brasileiros? Certamente não, pois essa é a cara do Brasil, com sua diversidade de tipos, cores e tons, suas várias culturas, suas línguas e paisagens plurais.

Em pleno século das discussões sobre cotas para negros nas universidades, da luta pela preservação da cultura indígena, da busca da cidadania europeia por brasileiros descendentes de italianos, portugueses, espanhóis, etc., o tema da identidade nacional não nos parece novidade. Entretanto, há menos de duzentos anos, a discussão acerca do que era ser brasileiro praticamente não existia.

No Brasil, foram os artistas do Romantismo, no contexto da Independência, que buscaram retomar — ainda que de forma idealizada — nossas origens, nossa paisagem, nossa(s) língua(s) portuguesa(s), nossa gente. O Romantismo brasileiro do primeiro momento confunde-se com a própria noção de nacionalismo.
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ANGÉLICA DASS

Baseando-se no guia Pantone, utilizado como referência universal de cores para os profissionais da indústria gráfica, a fotógrafa brasileira Angélica Dass desenvolveu o Projeto Humanae, que consiste em fotografar pessoas com os mais variados tons de pele e investigar o que ela chamou de “inventário cromático”. (Ano de elaboração: 2012 — em progresso.)
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CAPÍTULO 2 - POESIA E PROSA ROMANTICAS NO BRASIL



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PERCURSO DO CAPÍTULO



O Romantismo e o novo país
A poesia romântica
Primeira geração: Gonçalves Dias
Segunda geração: Álvares de Azevedo
Terceira geração: Castro Alves
A prosa romântica
O romance indianista: José de Alencar
O romance regionalista: Visconde de Taunay
O romance urbano: Manuel Antônio de Almeida


MARCELO CAMACHO - COLEÇÃO PARTICULAR

ESBELL, Jaider. A pesca com jiki. 2015. Acrílico sobre tela, 60 × 60 cm. Esse quadro é uma das quinze obras que compõem a exposição “Cabocagem — o homem na paisagem”, assinada pelo artista plástico roraimense Jaider Esbell, indígena da etnia Macuxi.
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Pra começar: conversa com a tradição

O que é ser brasileiro? De que maneira essa identidade se manifesta em você? Muitos são os estereótipos divulgados sobre o Brasil no exterior. Mas, afinal, que marcas são características do nosso povo? Ou você acha que isso não existe?

Leia a letra de canção “Inclassificáveis”, de Arnaldo Antunes, e conheça a visão desse artista paulistano sobre o Brasil.





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