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O último falante agradeceu a atenção e abriu a seção de perguntas.

7

Os cartazes, as transparências ou os slides não eram poluídos visualmente, continham textos curtos e contribuíam para a compreensão da apresentação.

8

Os falantes conseguiram interagir com o suporte visual, remetendo a ele durante a fala (apontando, por exemplo).

9

A postura corporal era natural, sem mostrar desleixo.

10

O tom de voz, o ritmo da fala e a articulação das palavras favoreceram o entendimento da exposição e não a tornaram monótona.

11

Os apresentadores olharam para o público na maior parte do tempo, recorrendo ao material exposto ou ao roteiro de modo sutil.

12

A linguagem seguiu as variedades urbanas de prestígio e não houve uso excessivo de expressões da linguagem oral (“tá?”, “tipo” e semelhantes).

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O grupo manteve-se silencioso e concentrado durante a apresentação de todos os integrantes.

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As falas foram bem divididas e a apresentação respeitou o tempo previsto.

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As perguntas foram respondidas com dados precisos e com clareza.

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UNIDADE 9 - O DOMÍNIO DISCURSIVO FICCIONAL

Você já chorou junto com um personagem? Já se apaixonou por alguém que só existe na tela do cinema ou nas páginas de um livro? Já se imaginou vivendo uma aventura no deserto ou no espaço? Já se fantasiou de princesa ou de super-herói?

Não somos indiferentes aos personagens de ficção. Pelo contrário, mesmo que estejam distantes de nossa realidade, temos com eles identificações em níveis profundos e simbólicos, porque partilhamos a condição humana.

Quando entramos em contato com a ficção, nossa sensibilidade é tocada. Muitas vezes, ao acompanhar uma história, nos tornamos íntimos de alguém a ponto de conhecermos mais esse ser humano de ficção do que nossos próprios amigos e familiares, porque ele nos fala sem as máscaras sociais e nos dá acesso pleno a sentimentos e valores.

Conhecemos suas fragilidades, seus momentos de covardia e de perversidade, suas indefinições. E acompanhamos, não raro, seu processo de autodescoberta. Parte da graça da ficção está nesse contato tão íntimo que nos faz amar e odiar personagens, julgá-los e torcer por eles.

Nesta unidade, estudaremos o roteiro de cinema e o texto teatral, gêneros que muitas vezes nos fazem desejar que o contato com um personagem se perpetue para além das horas em que ficamos no escurinho da sala de espetáculo.


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LAURIE SPARHAM/THE WEINSTEIN COMPANY/COURTESY EVERETT COLLECTION/KEYSTONE BRASIL

No filme britânico O discurso do rei, de 2010, o rei Jorge VI, interpretado por Colin Firth (foto), supera sua enorme dificuldade de falar em público ao discursar para toda a nação quando é declarada a guerra contra a Alemanha nazista. A ficção nos oferece personagens inspiradores, com os quais desejamos, de algum modo, nos parecer.
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CAPÍTULO 11 - ROTEIRO DE CINEMA



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PERCURSO DO CAPÍTULO




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