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a) Transcreva do poema as palavras em que isso ocorre. b)



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a) Transcreva do poema as palavras em que isso ocorre.

b) Que valores absolutos são atribuídos a essas palavras e que justificam sua grafia com inicial maiúscula?

2 No primeiro quarteto, o eu lírico dá um conselho ao seu interlocutor e depois defende um determinado ponto de vista.

a) Desfaça o hipérbato presente na primeira estrofe para facilitar sua compreensão do texto.

b) Que conselho é dado ao interlocutor?

c) Que ponto de vista é defendido no primeiro quarteto após o aconselhamento?

3 No segundo quarteto, o eu lírico explica o que é “crer”. Transcreva a definição que é dada para esse verbo.

4 Para responder às questões seguintes, relacione as informações do boxe abaixo ao conteúdo do poema.

Sátiro ou fauno

Sátiro é um ser mitológico do sexo masculino, presente na cultura grega antiga. Com cabeça humana e corpo de bode, costumava vagar pelos bosques com uma flauta, acompanhando Dionísio (deus do vinho e das festas). Nos mitos gregos, é referido como um ser relacionado aos instintos sexuais. Na mitologia romana, é conhecido como fauno.



SCHWABE, Carlos. O fauno. 1923. Giz, carvão e lápis de cor, 115 × 146 cm.

MUSEU DE ARTE E HISTÓRIA, GENEBRA, SUÍÇA

a) Segundo o eu lírico, o que o homem deve abandonar a fim de conseguir crer com plenitude?

b) No seu ponto de vista, por que o eu lírico pede esse tipo de renúncia ao seu interlocutor?

5 Depois de abrir os olhos para a “Vida”, de emudecer e de abandonar os desejos carnais, para onde iria o homem, segundo o eu lírico?

Antífona” profissão de fé simbolista

“Antífona” é considerado um dos poemas mais significativos da língua portuguesa. Nessa verdadeira profissão de fé simbolista, que abre a coletânea Broquéis, de 1893, Cruz e Sousa invoca “Infinitos espíritos dispersos, / Inefáveis, edênicos, aéreos” para fazer uma grande apologia das Formas alvas, do Amor, das Virgens e Santas vaporosas, da Dor, da sinestesia, da sugestão, do Sonho, da Morte e, acima de tudo, do próprio Mistério da poesia. Leia o poema na íntegra, acessando: .
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Atividade - Textos em conversa

Imagine como o público leitor brasileiro do final do século XIX, familiarizado com os versos de Olavo Bilac e Alberto de Oliveira, recebeu um poema em prosa como “Ocaso no mar”, publicado por Cruz e Sousa em Missal, que você lerá a seguir (texto 1). Esse tipo de poema podia ser uma novidade no Brasil, mas não na Europa, como poderemos comprovar pela leitura do texto 2, “Delírios II — Alquimia do verbo”, de Arthur Rimbaud, poema em prosa que integra a obra Uma temporada no inferno. Em seu último livro, o poeta francês apresenta poeticamente a intensa e errante vida que levou ao lado do escritor francês Paul Verlaine durante o ano de 1872.



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