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1. O “eu” como objeto

Opondo-se ao culto realista da análise distanciada e fria do “objeto” externo, do “não eu” (a sociedade), os simbolistas pregam o retorno ao egocentrismo, mas, diferentemente dos sentimentalistas românticos, almejam camadas mais profundas do inconsciente humano. Nessa investigação do “eu” profundo, interessou aos escritores o universo do sonho e da loucura.



2. Sugerir, mas não descrever

Partindo do pressuposto de que a realidade interior é impalpável, imprecisa, vaga e complexa, e de que a vida é misteriosa e inexplicável, os simbolistas defendem o uso da sugestão em sua obra literária. Dessa forma, as palavras que compõem os poemas devemsugerir, mas não definir os objetos; evocar, mas não descrevê-los.





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