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Estudando o samba (1976), de Tom Zé
Por que ouvir: Incompreendida ainda hoje por muitos, a arte de Tom Zé é inventiva e irreverente, respeitada por músicos do mundo todo.

Capitu (2008), de Luiz Fernando Carvalho
Por que assistir: A adaptação televisiva reinventa o romance machadiano e mistura gêneros como teatro e ópera.
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UNIDADE 5 - SIMBOLISMO: NOVO MERGULHO NA SUBJETIVIDADE

No século XXI, ninguém questiona a importância do papel da ciência e da tecnologia no dia a dia das pessoas. Mas, no século XIX, quando muitos escritores realistas-naturalistas, influenciados pelo positivismo, defenderam em suas obras a supremacia da ciência e da objetividade, nasceu na França, por volta de 1880, um movimento de reação a essa postura cientificista. Esse movimento, denominado Simbolismo, abrangeu principalmente a música, a pintura e a literatura.

Na literatura, verificou-se o predomínio da poesia, na qual os simbolistas buscaram expressar suas individualidades e inquietações por meio de versos musicais, livres, sinestésicos, empregando aliterações e assonâncias e explorando a própria música como tema dos poemas. Para os simbolistas, por trás do mundo material havia um mundo espiritual oculto, que precisava ser explorado, e por isso deram ênfase à espiritualidade em contraponto ao racionalismo que imperava no final do século XIX.


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MARTIN KLIMAS

Para aproximar a música da pintura, o fotógrafo alemão Martin Klimas trabalhou meses na captura do efeito do som nas tintas. A imagem acima (2011) é um dos resultados desse trabalho, e o som que embalou a dança das tintas foi “Pharaoh’s dance”, do jazzista estadunidense Miles Davis. De forma semelhante, os artistas simbolistas tentaram aproximar a música da poesia.
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CAPÍTULO 6 - SIMBOLISMO EUROPEU: A ARTE DA SUGESTÃO



Milhares de sites são criados e desativados diariamente. Por essa razão, é possível que os endereços indicados neste capítulo não estejam mais disponíveis.

James Ensor, Theodor Toorop e Henri van de Velde fizeram parte do Les Vingt (ou Les XX), grupo belga representante do Decadentismo europeu. Nas obras de Ensor estão presentes elementos macabros e grotescos, além da investigação do inconsciente humano. Ensor é também considerado um dos precursores do Expressionismo.

PERCURSO DO CAPÍTULO





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