Ronaldo vainfas


IMAGENS CONTAM A HISTÓRIA (p. 283)



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IMAGENS CONTAM A HISTÓRIA (p. 283)

Os estudantes podem indicar a forma como se processou o transporte de pessoas escravizadas da África para a América, através do oceano Atlântico, por meio de navios; o uso de canoas para transportar as pessoas escravizadas e embarcá-las nos navios ancorados ao largo da costa africana, uma vez que na costa atlântica da África quase não havia portos; a indicação de feitorias europeias, como as da Mina, de Jago, do Cabo Corso, do Forte Real de Manfro e de Maori.



ROTEIRO DE ESTUDOS (p. 284-285)

Para organizar

1. As feitorias eram postos fortificados que funcionavam como ponto de apoio para as negociações com os chefes locais, para concentrar os escravos vindos do interior e para diminuir o tempo de estadia dos navios.

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2. As duas crenças religiosas defendiam a existência de um Deus único, que interferia na natureza e nos destinos das comunidades e dos homens.



3. O reino do Ndongo era tributário do reino do Congo, mas conseguiu se libertar do seu domínio quando este último entrou em guerra interna pela sucessão real. Como consequência, o Ndongo passou a se fortalecer com o comércio de escravos com os portugueses.

4. Porque naquela região existiam muitos reinos e cidades compostos de populações dos mais variados grupos étnicos, inclusive com línguas diferentes. Não houve, no período moderno, um império hegemônico. Os conflitos, então, eram constantes, quase sempre relacionados com a expansão territorial e o domínio dos grandes mercados que forneciam produtos para as rotas transaarianas e para os europeus no Atlântico. Dessa forma, dependendo das vitórias, ora um ora outro povo era o escravizador.

5. No reino do Daomé, a administração era altamente centralizada, assim como o comércio de escravos era dominado pelo rei (dadá). Os negociantes de escravos, fossem eles daomeanos ou de povos dominados, só poderiam vendê-los com sua autorização e com a intermediação do representante do rei, o ivogã.

6. As relações entre portugueses e o Congo foram, em princípio, pacíficas. O Congo era um Estado centralizado quando do contato com os portugueses, daí a relativa facilidade que tiveram em convencer o manicongo e sua corte a se aliarem aos seus interesses. Já na região da futura Angola havia várias cidades ou aldeias independentes, em um esquema descentralizado. Embora houvesse um rei, não havia exército permanente e os conflitos internos eram constantes. A presença portuguesa ampliou esses conflitos. O contato, então, foi de guerra, tanto entre os diversos grupos africanos quanto entre eles e os portugueses. Além do mais, os portugueses criaram em Luanda uma capitania, com governador residente, obrigando os chefes das aldeias e os reis a resistir - pela guerra - ou a negociar. As guerras angolanas duraram décadas.

7. Os europeus entravam em acordo com as chefias locais e trocavam os escravos, quase sempre prisioneiros de guerra, por produtos que interessassem a essas chefias.

Reflexões

Um exemplo é o candomblé da Bahia, originado da mistura de várias culturas, mas principalmente com influência iorubá. Xangô, por exemplo, ancestral místico dos iorubás, é um orixá poderoso nos candomblés.




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