Ronaldo vainfas


ROTEIRO DE ESTUDOS (p. 134-135)



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ROTEIRO DE ESTUDOS (p. 134-135)

Para organizar

1. No mundo tupinambá, a guerra ritual organizava a comunidade, ao destacar os grandes guerreiros e ao vingar seus antepassados. Os homens só podiam se casar quando tivessem feito um prisioneiro de guerra e apenas os prisioneiros corajosos eram sacrificados e devorados pelos integrantes da aldeia. Acreditava-se que, ao ingerir o inimigo, conquistava-se suas qualidades. Para os astecas, as guerras, muitas vezes, tinham a finalidade de capturar inimigos a fim de sacrificá-los em honra do deus Sol, já que os astecas acreditavam que ele necessitava de sangue para renascer a cada dia. Portanto, as guerras e os sacrifícios possuíam, para ambas as culturas, um sentido de perpetuação da tradição e de comunhão sagrada - para os tupinambás, com os seus antepassados, que clamavam por vingança, e para os astecas, com o Sol, que precisava de sangue para renascer.

2. O melhor exemplo é dado pelas plataformas flutuantes do lago Texcoco, chamadas chinampas, onde os astecas cultivavam flores e verduras.

3. O Império Asteca possuía um governo do tipo teocrático e militar, pois o cargo de tlatoani (soberano asteca) era divinizado por ser ele o comandante supremo da guerra. É muitas vezes definido como Confederação Asteca pela sua organização. As cidades e aldeias conquistadas militarmente pagavam tributos em gêneros (principal forma de tributação asteca) e os camponeses eram obrigados a trabalhar nas terras do império. Tal trabalho compulsório era denominado cuatequil. Por outro lado, o Império Inca, apesar de também cobrar tributos agrícolas das aldeias que cultivavam vários tipos de batatas nas terras altas do território, adotou um sistema no qual prevalecia o tributo em trabalho, denominado mita. O cuatequil não era a principal forma de tributação do Império Asteca, diferentemente da mita no Império Inca. Isso se deve ao fato de o trabalho inca ser mais centralizado. Já o Império Asteca não possuía tal centralização administrativa, tornando a tributação por produtos mais intensa do que a por trabalho. Tal característica também ampliava o espaço do comércio a longa distância, fato não comum ao Império Inca.

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4. O tlatoani asteca era divino na medida em que comandava a guerra, que era considerada divina, mas não era tido como um deus. Já o soberano inca, sim, era considerado um deus, filho do sol.



5. Porque "tupi" foi o nome dado pelos europeus ao grupo de línguas que esses povos falavam, que incluíam a língua tupi, o guarani e outras.

6. As malocas eram habitações usadas pelos povos Tupi, feitas de palha, talos de madeira e folhas de palmeira. Cada uma podia abrigar entre 20 e 100 famílias. Eram espaços de moradia e trabalho, onde as mulheres teciam redes e preparavam o cauim.

7. Não, tapuia não exprime um grupo linguístico indígena. O termo usado pelos indígenas falantes de tupi se referia aos grupos que não falavam a sua língua.

8. O jesuíta subestimou o sentimento religioso dos povos tupis que, entre outros, dedicavam culto aos ancestrais, como nas cerimônias protagonizadas pelos grandes pajés.

9. Porque os coros e peles dos animais de muita pelagem eram essenciais para a confecção de roupas adequadas ao rigoroso inverno do hemisfério norte.

Reflexões

O nome América foi dado ao continente em homenagem a Américo Vespúcio, navegador que integrou as primeiras viagens de Colombo. O nome foi sugerido pelo cartógrafo Martin Waldseemuller na Cosmographiae introductio, de 1507, para quem Vespúcio, e não Colombo, foi o primeiro a perceber que as terras descobertas pertenciam a um continente até então desconhecido dos europeus. A escolha do nome América é evidentemente eurocêntrico, pois deriva de um ponto de vista europeu.




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