Ronaldo vainfas


ROTEIRO DE ESTUDOS (p. 90-91)



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ROTEIRO DE ESTUDOS (p. 90-91)

Para organizar

1. Não, porque muitos povos germânicos se infiltraram no Império Romano com permissão dos imperadores, sendo até mesmo recrutados como aliados militares.

2. Os germanos organizavam-se em clãs compostos de famílias que partilhavam ancestrais comuns. Uma vez ao ano, reuniam-se em assembleias a fim de eleger o chefe, julgar os conflitos e decidir sobre as ações militares. As famílias, base da organização social, eram patriarcais. As principais atividades eram a guerra, a agricultura e o pastoreio. Os germanos fixavam-se em uma região até que o solo se esgotasse, partindo, em seguida, em busca de novas terras, que eram exploradas coletivamente, apesar da existência da propriedade individual. Os principais produtos agrícolas eram o trigo, a aveia e o linho. Além disso, destinavam o campo em pousio para o gado. O trabalho nos campos era responsabilidade dos escravos e das mulheres (se os homens estivessem em combate). Finalmente, a guerra era o principal meio de obtenção de status e de riqueza para os germanos. Além disso, eram hierarquizados com base nas suas funções e no seu desempenho militar.

3. A parte oriental do Império Romano, com sede em Constantinopla, se fortaleceu, a ponto de, no século VI, o chamado Império Bizantino ter se convertido em uma das principais potências mediterrânicas.

4. A conversão de Clóvis, rei dos francos, ao cristianismo, em 496.

5. Os cinco princípios básicos do islamismo são: a crença em um deus único e indivísivel, criador de todas as coisas, Alá; orar cinco vezes ao dia; peregrinar, ao menos uma vez na vida, à cidade sagrada de Meca; dar esmolas; e jejuar no Ramadã (nono mês do calendário lunar muçulmano).

Segundo a crença islâmica, esses princípios foram revelados em forma de versos ao profeta Maomé pelo anjo Gabriel. Tais versos serviram de base para o Corão, livro fundamental do islamismo.

6. Meca transformou-se no principal centro religioso, pois foi onde o islamismo fincou suas primeiras raízes. Medina tornou-se o centro político da primeira comunidade islâmica, chefiada por Maomé, daí ser chamada de "a cidade do profeta".

7. Após a morte de Maomé, em 632, as disputas pelo poder ganharam força, uma vez que o profeta não havia designado um herdeiro político. Assim, prevaleceu a ideia de que um de seus ex-companheiros ocuparia o seu lugar, restando a dúvida se este deveria ou não ser parente do profeta. Desse debate surgiram as duas principais ramificações do islamismo: os sunitas e os xiitas. Os primeiros acreditavam que o herdeiro político do profeta deveria ser alguém da tribo de Maomé, pertencente ao grupo dos coraixitas, cujo dever seria, sobretudo, o de manter a paz e a justiça na comunidade. Para os sunitas, o califa, ou seja, o sucessor de Maomé, não precisava ser um profeta ou um intérprete infalível da fé.

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Já os xiitas acreditavam que a sucessão do Profeta cabia aos descendentes de seu genro, Ali, com sua filha Fátima, afirmando que a liderança política deveria pertencer aos imãs, dirigentes espirituais da comunidade, e não aos califas.

8. Síria, Palestina, parte da Pérsia (Irã, Iraque), norte da África, península Ibérica.

9. As constantes invasões dos povos germânicos, a partir do século IV, esvaziaram as cidades, levando a população a regiões onde houvesse proteção e alimentação. Essa população camponesa passou a ser utilizada pelos guerreiros como mão de obra agrícola em suas terras, em troca de segurança. Formou-se, assim, o campesinato medieval, que passou à condição servil a partir do século XI. Dessa forma, a intensa ruralização promoveu uma economia agrícola baseada na condição servil do campesinato medieval, o qual pagava inúmeras taxas ao senhor feudal, que ainda possuía o poder de julgar e punir a população que vivia em suas terras.

10. A servidão estava relacionada a uma série de obrigações que os camponeses tinham com o senhor do feudo em que trabalhavam: a cada colheita, tinham de fornecer um tributo em gêneros pelo usufruto de tais terras, denominado talha; durante três dias da semana, os camponeses deveriam trabalhar nas terras do senhor, ou seja, pagar a corveia; estavam ainda sujeitos à taxa formariage, paga quando o próprio servo ou algum parente do nobre se casava, além de outras taxas. Já a vassalagem estava restrita aos membros da aristocracia: por exemplo, cavaleiro (vassalo) e nobre (suserano). Por meio de um juramento, o vassalo prometia ao suserano acompanhá-lo em campanhas militares, prestar conselho, realizar cavalgadas e dar auxílio financeiro no caso de um saque ou eventual cativeiro de guerra. Em troca, recebia um feudo na forma de terra, pensão ou rendimento agrícola. Portanto, podemos afirmar que os vassalos, assim como os suseranos, eram sustentados pelo trabalho agrícola que os servos realizavam nas terras feudais.




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