Ronaldo vainfas


IMAGENS CONTAM A HISTÓRIA (p. 39)



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IMAGENS CONTAM A HISTÓRIA (p. 39)

De acordo com a religião egípcia, o destino do morto dependia de sua conduta em vida. Caso fosse considerada boa, o morto ressuscitaria e teria direito a outra vida. Caso fosse considerada má, desapareceria para sempre ao ser devorado pelo crocodilo Amit. Na Babilônia, assim como entre os hebreus, os mortos tinham destinos semelhantes.



ROTEIRO DE ESTUDOS (p. 40-41)

Para organizar

1. O Crescente Fértil, faixa de terra que se estende do norte da África até o golfo Pérsico, corresponde a uma região muito árida, porém as terras irrigadas localizadas às margens dos rios Nilo, Jordão, Tigre e Eufrates são propícias para a prática da agricultura e da criação de animais. Devido à fertilidade das terras ribeirinhas, as comunidades que ali se estabeleceram puderam produzir excedentes agrícolas, os quais eram estocados, possibilitando o desenvolvimento de Estados como o egípcio e o mesopotâmico.

2. Localizado em uma região extremamente árida, o Egito é considerado uma dádiva do Nilo porque as águas desse rio tornaram possíveis a introdução e a expansão da agricultura. Por conta da grande produção agrícola da região, as primeiras cidades se formaram e se organizaram no que, posteriormente, se tornaria a grande e complexa sociedade egípcia.

3. Os faraós egípcios eram os principais governantes, chefes do exército, supremos sacerdotes e magistrados, além de serem considerados deuses ou filhos de deuses. Dessa forma, eles representavam o poder do Estado. Apesar disso, sabe-se que havia brechas na centralização do poder, tais como a descrita na fonte documental a respeito de Hekanakhte, sacerdote funerário e proprietário de terras no II milênio a.C., que possuía o pleno controle dos bens da família - a unidade familiar expandida caracterizava-se por uma autonomia econômica e administrativa.

4. As pirâmides, construções de pedra e alvenaria monumentais que abrigavam as tumbas dos faraós, cumpriam a função de glorificar o poder e a grandeza divina dos soberanos egípcios.

5. Hamurabi, considerado o principal governante do Primeiro Império Babilônico, formado entre 2000 a.C. e 1750 a.C., foi o responsável pelo primeiro código de leis escritas conhecido, denominado Código Hamurabi. Descoberto em 1901, esse código continha 292 preceitos que enalteciam a justiça do governante e que não precisavam ser postos em prática por aqueles que aplicavam a justiça. Havia diversas leis que se relacionavam à vida social e ao cotidiano da população, como a divisão do povo entre pessoas livres, subalternas e escravas. O Código também explicitava que os honorários por serviços deveriam variar conforme a natureza do trabalho realizado e que as decisões da justiça poderiam ser escritas, sendo possível a apelação ao governante.

6. Egito: o conjunto de pirâmides em Guiza (ou Gizé), formado pelas pirâmides dos faraós Quéops, Quéfren e Miquerinos. Mesopotâmia: o zigurate de Ur e os jardins suspensos da Babilônia.

7. Porque a dinastia aquemênida ultrapassou as fronteiras do Oriente Próximo e invadiu a Grécia, combatendo atenienses e espartanos.

8. Na Bíblia - Antigo Testamento. A fuga do Egito aparece em Êxodo. O cativeiro da Babilônia aparece, por exemplo, no livro de Esdras.

9. A importância dada à religião monoteísta pelo povo hebreu. De acordo com registros históricos, como o Antigo Testamento, esse povo se considerava eleito pelo deus único, Yahvé, para receber a graça divina.

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Graças à força espiritual do povo hebreu, os egípcios foram derrotados. As fontes que relatam a libertação dos hebreus do Egito, liderada por Moisés e seu irmão, evidenciam a importância dada à Providência Divina.



10. Os fenícios diferiam dos demais povos da Antiguidade oriental por possuir uma intensa construção naval que lhes permitia realizar um comércio marítimo significativo no Mediterrâneo. Por isso, a Fenícia era considerada o principal reino marítimo da Antiguidade oriental. A principal contribuição fenícia para a cultura foi a sua escrita, a qual possuía um jeito próprio, do tipo fonético, considerada uma das mais avançadas entre os sistemas alfabéticos do Oriente Próximo e que deu origem às escritas grega e latina.


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