Ronaldo vainfas


a) A que etapa da produção do açúcar o padre Antônio Vieira se refere? b)



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a) A que etapa da produção do açúcar o padre Antônio Vieira se refere?

b) Quem são os "etíopes" mencionados por Vieira no sermão?

c) Qual o sentido da referência a Etnas e Vesúvios na pregação do jesuíta? Pesquise.

Boxe complementar:

Fique de olho!

· FLORENTINO, Manolo. A diáspora africana. História Viva. Ano III, nº 66. São Paulo: Duetto, 2009.

Um balanço da história do tráfico atlântico de africanos escravizados desde o seu início até a sua extinção.

Fim do complemento.



O tráfico africano

Uma economia voltada para a produção de açúcar em larga escala para o mercado externo não poderia se basear no trabalho livre de colonos. Portugal não tinha mão de obra excedente para tanto e o campesinato do reino não se disporia, em todo caso, a trabalhar em lavouras tropicais de sol a sol.

A saída encontrada pelos colonizadores foi a escravidão, primeiro dos indígenas, ao longo do século XVI, logo sucedida pela dos africanos, que também foram utilizados na produção açucareira do arquipélago da Madeira. Muitas sociedades africanas recorriam à escravidão ou escravizavam prisioneiros de guerra para vender na própria África.

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Muitos chefes e reis africanos já tinham larga experiência nesse tipo de comércio. Assim, muitos reinos passaram a negociar diretamente com os portugueses e, mais tarde, com outros comerciantes europeus.

Os europeus negociavam acordos com membros importantes das sociedades africanas. Na compra de escravos pelos portugueses, as mercadorias envolvidas eram, em geral, cavalos, panos indianos ou europeus, objetos de cobre e de vidro, espelhos, miçangas, conchas e cauris (espécie de búzios, utilizados como moeda em várias partes da África).

No início do século XV, não raro trocava-se um cavalo por mais de dez escravos, dependendo da idade e da saúde deles. No decorrer do século XVII, foram incluídos nesse comércio armas de fogo, pólvora, tabaco e cachaça, então chamada no Brasil de geribita.

LEGENDA: Em O navio negreiro, de 1835, Johann Moritz Rugendas apresenta cenas comuns nos navios negreiros, então chamados de tumbeiros: um negro morto ou doente é carregado por tripulantes, enquanto outro recebe água de um púcaro. Convém notar, ainda, que há mais homens do que mulheres no porão. Assim era a demografia do tráfico: 2 ou 3 homens para cada mulher transportada para as Américas. Coleção particular.

FONTE: JOHANN MORITZ RUGENDAS. O NAVIO NEGREIRO, 1835


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