Ritha C. Capelato Rocha – R3 Dermatologia hrpp



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Ritha C. Capelato Rocha – R3 Dermatologia HRPP

2014




HERPES VIRUS

  • Herpes tipo 1 a 8 e cada um com suas carateristicas.

  • Hepes simplex

  • Varicella e herpes zoster

  • Citomegalovirus

  • Epstein Bar Virus

  • Herpes tipo 6

  • Herpes tipo 7

  • Herpes tipo 8

  • Herpes B vírus

  • Erupção variceliforme de Kaposi, incluindo eczema herpeticum

HERPES SIMPLES 1 E 2

  • Sinonimia HHV-1 e HHV-2 respectivamente.

  • São classificados como Alphaherpesvirinae

  • HHV-1 mais associado ao herpes orolabial. Mas não é sempre associado. Temos tanto tipo 1 associado ao genital quanto o tipo 2 em regiões orais.

  • 90% da população entre 20-40 anos possui.

  • Na infância corresponde a 80-90% das infecções herpéticas (que geralmente são assintomáticas).

  • HHV-2 mais associado ao herpes genital (70-90%) e é mais prevalente DST do mundo. Raramente há anticorpos HSV-2 antes da adolescência pq tem transmissão sexual.



  • PATOGENESE

  • Transmissão ocorre tanto nos períodos sintomáticos como nos assintomáticos de replicação viral. A chance é menor nos assintomáticos, mas pode ter mesmo na ausência de lesões.

  • HSV-1 = saliva ou secreções infectadas

  • HSV-2 = sexual

  • Vírus replica no local da infecção, viaja em fluxo retrogrado pelo axônio ate a raiz do gânglio dorsal, estabelece latência ate reativação.



  • LATENCIA

  • O HSV-1 tem capacidade de induzir acumulo intracelular de moléculas de CD1d nas células apresentadoras de antígenos, o que explicaria como o vírus evade a detecção e estabelece latência.

  • Normalmente essas moléculas são transportadas à superfície das células, onde apresentam lipídeos e estimulam células NK, permitindo o reconhecimento imune.



  • ESTIMULOS PARA REATIVAÇÃO

  • Espontaneamente, estresse, UV, febre, dano tecidual, imunossupressão.

  • Dano tecidual também pode ser iatrogênico – peeling, dermabrasao, laser – vamos indicar profilaxia, pq esse dano tecidual pode induzir surgimento de herpes.



  • INFECCAO PRIMARIA

  • Infecção inicial pelo HSV em indivíduos sem ACS preexistentes para HSV-1 ou HSV-2. Não significa imunidade cruzada, mas se temos um paciente que já é portador de um tipo de vírus, ele não é mais considerado infecção primaria.

  • Eritema e enantema. Lesões eritemato-ulceradas na língua, corpo do penis.



  • INFECCAO RECORRENTE

  • Reativação do HSV após um período de latência.

  • Podem ter lesões crostosas ou vesico-bolhosas.



  • INFECCAO INICIAL NÃO PRIMARIA

  • Infecção de um tipo de HSV em um individuo que já tem ACS preexistentes contra outro tipo de HSV. Paciente já tem HSV 2 e tem a primeira infecção da vida contra o tipo HSV-1.



  • QUADROS CLINICOS

  • Infecção assintomática é a regra.

  • 3 a 7 dias após a exposição, pode haver prodromos antes do surgimento das lesões. Há vesículas sobre base eritematosa que ulceram ou progridem para pústulas. Dor e ardor intensos, regressão em 2 a 6 semanas.



  • INFECCAO PRIMARIA OROLABIAL

  • Raramente sintomática, em alguns pode ter sd mononucleose like em adultos com faringite ou estomatite e pode ter disfagia.

  • Gengivoestomatite herpética na infância tem forma primaria mais agressiva. Acomete lábio inferior e mucosa gengival. Na criança, faz dx diferencial com herpangina (que acomete mais mucosa posterior).



  • INFECCAO PRIMARIA GENITAL

  • Pode ter balanites erosivas, vulvute ou vaginite com dor excruciante. Na mulher pode envolver também cervix, nadegas e períneo e também linfodenopatia inguinal e disuria. Alterações sistêmicas mais comum em mulheres.

  • Meningite asséptica em 10% das mulheres e raro em homens.

  • Pode ter forma ulcerada com grandes reações.



  • INFECCOES RECORRENTES

  • Pode ter prodromo, mas geralmente não ocorre. Numero e severidade e duração das lesões é menor do que a primoinfeccao.

  • Nos lábios a lesão recorrente é mais frequente apenas no vermelhão dos lábios. No herpes genital, as recorrências são mais leves, geralmenet nas nadegas ou genitália.

  • FREQUENCIA DAS RECORRENCIAS

  • (IMPORTANTE)

  • Esta relacionada a gravidade da infecção primaria. Quanto mais impactante foi a primeira infecção do indivíduos, mais frequentes serão suas recorrências. A taxa de recorrência media é de 4 a 7 episodios ao ano.



  • SOROPOSITIVIDADE DO HSV

  • A maioria dos indivíduos soropositivos não tem infecção genital herpética. A infecção sintomática só é diagnosticada em 50% dos indivíduos soropositivos para HSV-2 sem historia de infecção herpética inicial.

  • O herpes tipo 2 costuma ser mais recorrente que o tipo 1. O que é portador do tipo 2 vai ter mais recorrências. A grande população é portadora de tipo 1, então a frequência das recorrências do tipo 1 é mais frequente em numero absoluto. Mas o tipo 2 é mais recidivante.


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