Revista científica eletrônica de medicina veterinária – issn: 1679-7353


REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE MEDICINA VETERINÁRIA – ISSN: 1679-7353



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REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE MEDICINA VETERINÁRIA – ISSN: 1679-7353                                               

 

 



Revista Científica Eletrônica de Medicina Veterinária é uma publicação semestral da Faculdade de Medicina 

Veterinária e Zootecnia de Garça – FAMED/FAEF e Editora FAEF, mantidas pela Associação Cultural e Educacional 

de Garça ACEG. Rua das Flores, 740 – Vila Labienópolis – CEP: 17400-000 – Garça/SP – Tel.: (0**14) 3407-8000 

www.revista.inf.br – www.editorafaef.com.br – www.faef.br.

 

 

 



Ano VII – Número 13 – Julho de 2009 – Periódicos Semestral 

 

consequentemente,  não  serão  aglutinadas  no  plasma  do  receptor.  Os  indivíduos  do 



grupo AB são considerados receptores universais, pois não apresentam aglutininas no 

plasma,  portanto  não  provocam  aglutinação  das  hemácias  do  doador.  Em  indivíduos 

pertencentes  ao  mesmo  tipo  sanguíneo,  não  deverão  ocorrer  problemas  em 

transfusões ( MOORE et al., 1987) 

Cães e gatos podem doar e receber sangue de seus semelhantes e, assim como 

o  homem,  também  têm  diferentes  tipos  e  grupos  sanguíneos.  No  Brasil,  a  tipagem 

destas  espécies  ainda  não  está  disponível  e,  por  enquanto,  apenas  são  realizados 

alguns  testes  "cruzando"  o  sangue  dos  doadores  e  do  receptor  para  prever  possíveis 

reações. Se em algum desses testes ocorrer aglutinação da amostra, a transfusão será 

incompatível  e  não  deve  ser  realizada.  Por  isso,  o  início  da  transfusão  entre  cães  ou 

entre gatos deve ser sempre bem lento, a não ser em urgências e grandes perdas, para 

que se possa observar qualquer sinal de reação (COLLATOS, 1997). 

Após  os  primeiros  30  minutos,  a  velocidade  vai  aumentando  até  atingir  uma 

média  que  permita  um  tempo  total  de  até  4  horas.  Para  acompanhar  o  estado  geral, 

sinais  de  reação  e  convalescença,  periodicamente  são  avaliados  e  também  diversos 

parâmetros como temperatura, freqüência cardíaca e respiratória, etc. (REICHMANN e 

DEARO, 2001). 

Em eqüinos, os antígenos sanguíneos estão agrupados em 7 sistemas: A, C, D, 

K, P, Q e U, cada um possuindo vários subgrupos, o que resulta em  mais de 400.000 

possibilidades  de  tipos  sanguíneos  diferentes,  tornado  praticamente  impossível  uma 

transfusão sanguínea totalmente compatível. Porém, apenas os antígenos Aa e Qa são 

potencialmente  imunogênicos.  Um  doador  deve,  portanto,  não  ser  apenas  negativo 

para esses antígenos, como também não possuir anticorpos contra estes (REICHMANN 

e DEARO, 2001). 

Os bovinos têm pelo menos 13 grupos sanguíneos. Independente do número de 

diferentes  grupos  sanguíneos,  estes  não  possuem  ou  possuem  poucas  aglutininas 

(anticorpos)  circulantes  naturalmente  e,  portanto,  a  primeira  transfusão  pode  ser 

realizada com riscos menores de ocorrerem reações adversas fatais (SOLDAN, 1999). 



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