Revista científica eletrônica de medicina veterinária – issn: 1679-7353


REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE MEDICINA VETERINÁRIA – ISSN: 1679-7353



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REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE MEDICINA VETERINÁRIA – ISSN: 1679-7353                                               

 

 



Revista Científica Eletrônica de Medicina Veterinária é uma publicação semestral da Faculdade de Medicina 

Veterinária e Zootecnia de Garça – FAMED/FAEF e Editora FAEF, mantidas pela Associação Cultural e Educacional 

de Garça ACEG. Rua das Flores, 740 – Vila Labienópolis – CEP: 17400-000 – Garça/SP – Tel.: (0**14) 3407-8000 

www.revista.inf.br – www.editorafaef.com.br – www.faef.br.

 

 

 



Ano VII – Número 13 – Julho de 2009 – Periódicos Semestral 

 

aperfeiçoamento sucessivo da aparelhagem de coleta e de aplicação de sangue, e, do 



conhecimento  mais  rigoroso  das  indicações  e  contra  indicações  do  uso  do  sangue 

(HOSGOOD, 1990). 

Após a Segunda Guerra Mundial, com os progressos científicos e o crescimento 

da  demanda  por  transfusões  de  sangue,  surgiram  no  Brasil  os  primeiros  Bancos  de 

Sangue (GINGERICH, 1986).  

Desta  forma  o  presente  trabalho  objetivou  descobrir,  através  de  revisão 

bibliográfica,  o  histórico,  evolução  e  correlação  da  transfusão  sanguínea  com  as 

principais espécies de animais domésticos.

 

 

 



2. CONTEÚDO 

 

No sangue humano, o sistema de determinação do tipo sanguíneo é chamado de 



sistema  ABO.  Nesse  sistema,  as  hemácias  podem  ou  não  apresentar,  na  superfície 

externa  de  suas  membranas,  dois  tipos  de  antígenos,  denominados,  respectivamente, 

de  aglutinogênios  A  e  B.  Podemos  encontrar  quatro  tipos  de  hemácias:  Tipo  A:  são 

aquelas  que  apresentam  somente  o  aglutinogênio  A.  Tipo  B:  são  aquelas  que 

apresentam somente o aglutinogênio B. Tipo AB: são aquelas que apresentam os dois 

aglutinogênios A e B. Tipo O: são aquelas que não apresentam nenhum aglutinogênio 

(HUNT, E.; MOORE, 1990) 

No  plasma  sanguíneo,  podem  ou  não  existir  dois  tipos  de  anticorpos, 

denominados  de  aglutininas.  Um  indivíduo  que  possui  hemácias  do  tipo  A  produzirá 

aglutininas  anti-B.  Um  indivíduo  com  hemácias  do  tipo  B  produzirá  aglutininas  anti-A. 

Um  indivíduo com  hemácias  AB  não  produzirá  nenhuma  aglutinina,  pois  apresenta  os 

dois tipos de aglutinogênios. Já o indivíduo com hemácias do tipo O produz aglutininas 

anti-A  e  anti-B,  pois  não  apresenta  aglutinogênios.  Devido  a  estas  características 

imunitárias, é que as tentativas aleatórias iniciais de transfusões sanguineas resultaram 

em muitos fracassos. Os indivíduos do grupo O são considerados doadores universais, 

pois suas hemácias não possuem aglutinogênios, 



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