Resumo do Capítulo 3: o jogo do poder: centralização e descentralização (p. 57 até p. 77) As Monarquias Nacionais



Baixar 6.65 Kb.
Encontro09.12.2019
Tamanho6.65 Kb.

Resumo do Capítulo 3: O jogo do poder: centralização e descentralização (p. 57 até p. 77)

As Monarquias Nacionais

Além das atividades comerciais, das novas classes sociais e do trabalho assalariado, outro elemento que saiu fortalecido da crise do século XIV foi a monarquia centralizada. O enfraquecimento da nobreza feudal e o apoio da burguesia ao rei foram determinantes para a centralização política através da monarquia nacional.



Características dos Estados Nacionais

• Poder centralizado;


• Monarquia Absolutista;
• Território nacional;
• Exército nacional;
• Impostos nacionais;
• Língua nacional.

Absolutismo

O absolutismo foi um sistema de centralização política que vigorou nas monarquias europeias durante os séculos XV ao XVIII.



Características do Absolutismo

  • a concentração de poder nas mãos dos reis: comandava a justiça, economia e sociedade;

  • absoluto = sem limites;

  • uso da violência e injustiças para governar;

  • transmissão hereditária de poder;

  • altos gastos para manter o luxo e as festas da corte. 

Teóricos do Absolutismo

  • Jacques Bossuet: (1627-1704), para este bispo e teólogo francês o rei era o representante de Deus na Terra. Portanto, todos deveriam obedecê-lo sem contestar suas atitudes.

  • Jean Bodin: (1530-1596), teórico francês, em A República, afirmava que a autoridade do rei se assemelhava à do pai: era, por isso, ilimitada. 

  • Nicolau Maquiavel: (1469-1527). Este teórico italiano escreveu o livro, "O Príncipe",  onde defendia o poder dos reis. De acordo com as ideias deste livro, o governante poderia fazer qualquer coisa em seu território para conseguir a ordem. De acordo com o pensador, o rei poderia usar até mesmo a violência para atingir seus objetivos. É dele a famosa frase: "Os fins justificam os meios".

  • Thomas Hobbes: (1588-1619). Este pensador inglês, autor do livro "O Leviatã", defendia a ideia de que os homens viviam em constante competição: “o homem é o lobo do homem”. E a única forma de evitar a destruição da humanidade é cada um abrir mão da sua liberdade e entregar o poder de governar a uma única pessoa.

História (7º Ano Azul)

Profª. Divina Saito


Compartilhe com seus amigos:


©historiapt.info 2019
enviar mensagem

    Página principal