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37 .   A 2ª FASE E O OBSERVATÓRIO 
 
 
   Após  a  passagem  do  cometa  Halley,  o  Centro  colocava  em  prática  sua 
forma de trabalho. 
 
   O  Boletim  do  CEAMIG,  era  um  periódico  bimestral,  que  publicava  as 
notícias  do  Centro,  as  efemérides  de  modo  geral  e  artigos  sobre  os  mais 
variados assuntos na área astronômica. 
 
   Mensalmente  era  programada  uma  palestra,  geralmente  do  assunto  do 
momento, como por exemplo a passagem de algum cometa, um eclipse, ou até 
mesmo  uma  conjunção planetária ou lunar, mas antes destas palestras, sempre 
era feita a apresentação de como estaria a abóbada celeste durante aquele mês, 
sob  o  título  inspirado por Bernardo Riedel no jornal Diário da Tarde  - O Céu 
do  Mês,  onde  o  associado  tinha  uma  visão  do  que  poderia  ser  observado 
naquelas noites. 
 
   Eram  ministrados  também  os  cursos  de  iniciação  de  âmbito  externo,  que 
visavam  a  admissão  de  novos  sócios  e  obtenção  de  verba  para  assinaturas  de 
revistas e manutenção do Centro. 
 
Neste  mesmo  ritmo  havia  ainda  as  observações  de  caráter  regular,  não  de 
pesquisas,  mas  as  observações  ilustrativas  abordando  o  tema  de  alguma 
palestra ministrada aos sócios. 
 
Quanto  à  área  de  pesquisa,  as  atividades  do  Centro  estavam  paralisadas,  em 
virtude de não possuir ainda um observatório, no entanto alguns de seus sócios 
                                                        
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Empresa Brasileira de Aeronáutica. 
 


atuavam  em  áreas  de  ocultação  de  estrelas  pela  lua,  eclipses,  e  trânsitos  dos 
satélites jovianos. 
 
   Mas e o observatório da Serra da Piedade? 
 
Inúmeros  foram  os  contatos  feitos,  para  que  aquele  prédio  semi-acabado 
pudesse ser concluído, mas a ideia inicial não foi bem compreendida. 
 
   Quando  tudo  era  dado  como  encerrado,  surge  então  a  oportunidade  de 
instalar  este  observatório  noutra  área  da  serra,  cerca  de  200  metros  abaixo da 
área da UFMG. 
 
   O Centro conseguiu uma área de 1500 m2 na própria serra, de propriedade 
da Brumafer Mineração Ltda. 
 
   Foi realizado um contrato de comodato e estabeleceu um projeto dentro do 
Centro denominado Mãos à Obra. 
 



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