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Em fi ns de 1808, o rei D. João VI, transferiu a Corte de Salvador para o Rio  de Janeiro e criou a “Escola de Cirurgia do Rio de Janeiro”



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Em fi ns de 1808, o rei D. João VI, transferiu a Corte de Salvador para o Rio 

de Janeiro e criou a “Escola de Cirurgia do Rio de Janeiro”.

Em janeiro de 1809 muda novamente o sistema de concessão de licenças de 

trabalho. O Rei D. João VI aboliu a “Real Junta do Proto-Medicato”, fi cando todas as 

responsabilidades ao encargo do Físico-Mor e do Cirurgião-Mor, com a colaboração 

de seus delegados e subdelegados. O Físico-Mor do Reino era Manoel Vieira da Silva, 

encarregado do controle do exercício de Medicina e Farmácia. O Cirurgião-Mor era 

José Correa Picanço, ele tinha poderes análogos em relação à cirurgia, controlando o 

exercício das funções realizadas pelos sangradores, dentistas, parteiras e algebristas.

A Odontologia era ainda encarada como uma atividade artesanal, muito 

embora alguns cirurgiões já a exercessem.

Em 1820, Dr. Picanço concedeu ao francês, Dr. Eugênio Frederico Guertin

“Carta” para exercer sua profi ssão no Rio de Janeiro. Diplomado pela Faculdade 

de Odontologia de Paris, aqui atingiu elevado conceito, atendendo a maior parte da 

nobreza, inclusive D. Pedro II e familiares. Publicou em 1819 “Avisos Tendentes à 



Conservação dos Dentes e sua Substituição”, ao que tudo indica a primeira obra de 

Odontologia escrita no Brasil.

Outros dentistas franceses vieram a seguir: Celestino Le Nourrichet, Arson, 

Emilio Vautier, Henrique Lemale Eugênio, Delcambre, Julio De Fontages, Hippólito 

E. Hallais, trazendo o que havia de melhor na Odontologia mundial. 



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