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RECOMENDAÇÕES 

PARA ADEQUAÇÃO DAS 

AÇÕES DOS AGENTES 

COMUNITÁRIOS DE 

SAÚDE FRENTE À 

ATUAL SITUAÇÃO 

EPIDEMIOLÓGICA 

REFERENTE AO 

COVID-19


Brasília - DF

Março de 2020

Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS)

VERSÃO 1



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CAROS AGENTES COMUNITÁRIO DE SAÚDE ( ACS)

Estamos diante de uma pandemia pelo novo coronavírus – COVID-19. Nosso desafio é informar 

a cada cidadão brasileiro os fatores que determinam esta doença e de que maneira podemos 

concentrar esforços para buscar seu controle. É necessário afastar esse perigo que ameaça 

a  todos  e  que  atinge  com  muita  força  os  idosos  e  pessoas  com  doenças  crônicas,  como 

hipertensos e diabéticos. Sabemos que a informação correta é uma das principais estratégias. 

Por  esse  motivo,  destacamos  seu  papel  enquanto  profissional  integrante  das  Equipes  de 

Atenção Primária à Saúde (APS) no que compete à promoção, prevenção e controle de agravos; 

e ao seu papel fundamental no reforço ao atributo derivado da APS denominado orientação 

comunitária. Com o conteúdo apresentado neste documento, esperamos orientá-los a respeito 

do tema e auxiliá-los na reorganização do processo de trabalho frente à pandemia pelo novo 

coronavírus.  

NOVO CORONAVÍRUS - COVID-19 

Coronavírus é uma família de vírus que pode resultar em infecções respiratórias que vão desde 

um  resfriado  até  síndromes  respiratórias  agudas  graves.  O  novo  coronavírus  foi  nomeado 

como SARS-CoV-2. Este novo coronavírus produz a doença classificada como COVID-19, sendo 

agente  causador  de  uma  série  de  casos  de  pneumonia  na  cidade  de  Wuhan  (China).  Ainda 

não há informações plenas sobre a história natural da doença, nem vacinas ou medicamentos 

reconhecidamente seguros para tratar ou prevenir a infecção.

TRANSMISSÃO

A transmissão do SARS-CoV-2 de humanos para humanos foi confirmada em diversos países, 

inclusive no Brasil, e ocorre principalmente com o contato de gotículas da boca e do nariz (saliva, 

espirro,  tosse  ou  catarro),  que  podem  ser  repassados  por  toque  ou  objetos  ou  superfícies 

contaminadas.  Durante  o  período  sintomático  estima-se  que  possa  haver  transmissão  (em 

menor escala) 

PERÍODO DE INCUBAÇÃO

Em média, o período de incubação é estimado em de 5 a 6 dias, podendo variar de 0 a 14 dias. 

Ou seja, o vírus pode levar até 14 dias para manifestar sintomas na pessoa infectada.  

SINAIS E SINTOMAS

O paciente com a doença COVID-19 apresenta geralmente os seguintes sintomas e sinais:

• Febre (>=37,8ºC);

• Tosse;

• Dispneia (falta de ar);

• Mialgia (dor muscular) e fadiga (fraqueza);

• Sintomas respiratórios superiores (espirro, tosse, dor de garganta);

• Sintomas gastrointestinais, como diarreia (mais raros).

TRATAMENTO

Atualmente,  não  há  tratamento  para  infecções  causadas  por  coronavírus  humano.    Está 

indicado repouso e consumo de bastante água, além de algumas medidas farmacológicas para 

aliviar os sintomas, conforme cada caso, e orientação médica.



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MEDIDAS DE PREVENÇÃO

Atualmente não existe vacina para prevenção de infecção por COVID-19, a melhor maneira de 

prevenir é evitar a exposição ao vírus e as seguintes práticas: 

•  • Realizar lavagem frequente das mãos com água e sabão ou álcool em gel, especialmente 

após contato direto com pessoas doentes.

•  • Utilizar lenço descartável para higiene nasal.

•  • Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir.

•  • Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca.

•  • Higienizar as mãos após tossir ou espirrar.

•  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas.

•  • Manter os ambientes bem ventilados.

•  • Evitar contato com pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença.

COMPETÊNCIAS DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE 

•  Orientar a população sobre a doença, medidas de prevenção e sinais e sintomas.

•  Auxiliar a equipe na identificação de casos suspeitos.

•  Orientar  durante  as  visitas  domiciliares  que  crianças  menores  de  5  anos  com  sinais  e 

sintomas respiratórios devem procurar a unidade de saúde. Caso o município e/ou a unidade 

apresentem fluxo próprios, os mesmo devem ser seguidos. 

•  Orientar  durante  as  visitas  domiciliares  que  pessoas  com  60  anos  ou  mais  com  sinais  e 

sintomas respiratórios devem entrar em contato com a unidade de saúde. Caso o município 

e/ou a unidade apresentem fluxo próprios, os mesmo devem ser seguidos.

•  Auxiliar no atendimento através do FAST-TRACK COVID-19 (anexo 01 e 02) na identificação 

de pacientes sintomáticos, tomando os devidos cuidados de proteção e isolamento.

•  Auxiliar a equipe no monitoramento dos casos suspeitos e confirmados.

•  Realizar busca ativa de novos casos suspeitos de síndrome gripal na comunidade.

•  Realizar  busca  ativa  quando  solicitado.  Principalmente  em  casos  de  pacientes  que  se 

enquadram no grupo de risco (gestante, pessoas com doenças crônicas, puérperas e idosos) 

e não compareceram a unidade de saúde para a realizar a vacina contra influenza. 

•  Organizar o fluxo de acolhimento de modo a evitar aglomeração de grupos com mais de 10 

pessoas e, preferencialmente em ambientes arejados.

•  Auxiliar  as  atividades  de  campanha  de  vacinação  de  modo  a  preservar  o  trânsito  entre 

pacientes  que  estejam  na  unidade  por  conta  de  complicações  relacionadas  ao  covid-19, 

priorizar os idosos.

•  Realizar atividades educativas na unidade enquanto os pacientes aguardam atendimento.

VISITAS DOMICILIARES

As  visitas  domiciliares  são  uma  importante  ferramenta  para  informar,  fazer  busca  ativa  de 

suspeitos e acompanhamento de casos, mas, para a realização desta atividade é importante 

considerar alguns cuidados para garantir a segurança do paciente e do profissional.

•  Não realizar atividades dentro domicílio. A visita estará limitada apenas na área peri domiciliar 

(frente, lados e fundo do quintal ou terreno).

•  Priorizar visita aos pacientes de risco (pessoas com 60 anos ou mais ou com doenças crônicas 

não  transmissíveis  como  diabetes,  hipertensão,  doença  cardíaca,  doença  renal  crônica, 

asma, DPOC, doença cardíaca, imunossuprimidos, entre outras). Por serem grupo de risco, 

são os que precisam de mais cuidado também.



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•  Manter distanciamento do paciente de no mínimo 1 metro, não havendo possibilidade de 

distanciamento, utilizar máscara cirúrgica.

•  Higienizar as mãos com álcool em gel.

•  Nos casos de visita às pessoas com suspeitas de Covid-19, sempre utilizar máscara cirúrgica 

e garantir uso de EPI apropriado.

Agente  Comunitário  de  Saúde  (ACS)  que  apresentar  febre  E  qualquer  sintoma  respiratório 

(tosse, coriza, dor de garganta, falta de ar, etc), deve permanecer em isolamento domiciliar 

conforme orientação do médico e/ou enfermeiro.

Agentes  Comunitários  de  Saúde  com  mais  de  60  anos  e/ou  condições  crônicas  (doentes 

cardíacos, doentes respiratórios crônicos, doentes renais em estágio avançados e em diálise, 

imunossuprimidoss  e  diabetes)  devem  trabalhar  na  Unidade  de  Saúde  em  atividades  de 

monitoramento e administrativas que não demandem atendimento ao público. 

ORIENTAÇÕES E CUIDADOS DURANTE OS ATENDIMENTOS NA UNIDADE DE SAÚDE 

O ACS deve auxiliar a equipe na identificação de casos suspeitos também na unidade de saúde 

conforme fluxo Fast-Track para ACS que se encontra no anexo 01 deste material.

Durante o atendimento dos pacientes com suspeita de Síndrome Gripal deve ser utilizado EPIs 

e adotar as medidas para evitar contágio, conforme tabelas 01, 02 e 03.

MEDIDAS PARA EVITAR CONTÁGIO 

Tabela 01. Medidas para evitar contágio por vírus causadores

MEDIDAS DE CONTROLE PRECOCE

PROFISSIONAIS DA SAÚDE

PACIENTES

Máscara cirúrgica; 

Lavar as mãos com frequência; 

Limpar e desinfetar objetos e superfícies 

tocados com frequência;

Fornecer máscara cirúrgica 

Isolamento  com  precaução  de  contato  em  sala 

isolada e bem arejada

Tabela 02 - Orientações para uso correto de máscaras cirúrgicas para evitar contágio por vírus 

causadores de Síndromes Gripais, Ministério da Saúde, 2020.

ORIENTAÇÕES PARA USO DE MÁSCARAS CIRÚRGICAS

•  Coloque a máscara com cuidado para cobrir a boca e o nariz e amarre com segurança 

para minimizar as lacunas entre o rosto e a máscara. 

•  Enquanto estiver utilizando a máscara, evite tocá-la.

•  Remova  a  máscara  usando  técnica  apropriada  (ou  seja,  não  toque  na  frente,  mas 

remova o laço ou nó da parte posterior). 

•  Após a remoção, ou sempre que tocar em uma máscara usada, higienize as mãos com 

água e sabão ou álcool gel, se visivelmente suja.

•  Substitua a máscara por uma nova máscara limpa e seca assim que estiver úmida ou 

danificada.

•  Não reutilize máscaras descartáveis; 

•  Descarte em local apropriado as máscaras após cada uso.

•  Substitua a máscara por uma nova máscara limpa e seca assim que a antiga tornar- se 

suja ou úmida.




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Tabela 03- Orientações para a correta higienização das mãos

HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS

1.  Abrir a torneira com a mão não dominante e molhar as mãos, evitando tocar na pia.

2.  Aplicar na palma da mão quantidade suficiente de sabonete líquido para cobrir toda 

a superfície das mãos.

3.  Ensaboar as palmas das mãos, friccionando-as entre si

4.  Esfregar a palma da mão direita contra o dorso da mão esquerda, entrelaçando os 

dedos e vice-versa.

5.  Entrelaçar os dedos e friccionar os espaços interdigitais.

6.  Esfregar o dorso dos dedos de uma mão com a palma da mão oposta, segurando os 

dedos, com movimento de vai-e-vem, e vice-versa.

7.  Esfregar o polegar direito com o auxílio da palma da mão esquerda, realizando mo-

vimento circular e vice-versa.

8.  Friccionar as polpas digitais e as unhas da mão esquerda contra a palma da mão 

direita, fechada em concha, fazendo movimento circular e vice-versa.

9.  Esfregar o punho esquerdo com auxílio da palma da mão direita, realizando movi-

mento circular e vice-versa.

10. Enxaguar as mãos, retirando os resíduos de sabonete. Evitar contato direto das 

mãos ensaboadas com a torneira.

11. Secar as mãos com papel toalha descartável, iniciando pelas mãos e seguindo pelos 

punhos. No caso de

torneira com contato manual para fechamento, sempre utilizar papel toalha.

Orientações gerais:

A higienização das mãos deve ser realizada nos seguintes momentos:

•  Antes de contato com o paciente;

•  Após contato com o paciente;

•   Antes de realizar procedimentos assistenciais e manipular dispositivos invasivos; Antes 

de  calçar  luvas  para  inserção  de  dispositivos  invasivos  que  não  requeiram  preparo 

cirúrgico;

•  Após risco de exposição a fluidos corporais;

•  Após  contato  com  objetos  inanimados  e  superfícies  imediatamente  próximas  ao 

paciente;

•  Antes e após remoção de luvas.

•  Quando as mãos estiverem visivelmente sujas ou contaminadas com sangue e outros 

fluidos corporais.

BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segurança do Paciente em Serviços deSaúde: Higienização das Mãos, 2009.

IDENTIFICAÇÃO DE CASOS SUSPEITOS DE SINDROME GRIPAL E DE COVID - 19

O ACS deve auxiliar a equipe na identificação de casos suspeitos tanto na unidade de saúde 

quando durante as visitas domiciliares.

Para a identificação de casos suspeitos de síndrome gripal o primeiro passo é questionar se 

o  paciente  apresenta  sintomas  respiratórios,  como:  tosse,  dor  de  garganta,  desconforto  ou 

esforço respiratório com ou sem e febre.  Caso a pessoa apresente sintomas respiratórios, 

forneça uma máscara cirúrgica, oriente higienização imediata das mãos, solicite que evite tocar 




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no rosto e em superfícies e direcione para atendimento do auxiliar ou técnico de enfermagem 

da unidade de saúde. 

O paciente deve aguardar atendimento e ser atendido em uma área separada ou sala específica 

visando o isolamento respiratório. A sala deve ser mantida com a porta fechada, janelas abertas 

e ar-condicionado desligado.

Lembre-se: Pessoas acima de 60 anos, imunossuprimidos (HIV+, transplantados, etc), pacientes com 

doenças crônicas, gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto) TEM PRIORIDADE NO ATENDIMENTO. 

ISOLAMENTO DOMICILIAR

Pacientes com diagnóstico de Síndrome Gripal (SG) sem sinais de gravidade deverão realizar 

isolamento domiciliar, por 14 dias desde a data de início dos sintomas, conforme indicado pelo 

médico ou enfermeiro, seguindo as recomendações para cuidados domésticos descritas na 

tabela 04. Os contatos domiciliares de paciente com SG confirmada também deverão realizar 

isolamento domiciliar por 14 dias, conforme orientação do médico e/ou enfermeiro seguindo 

as condutas descritas na tabela 04 - Precauções do cuidador. 

O ACS deve reforçar as orientações aos pacientes em isolamento e aos seus cuidadores, assim 

como, auxiliar a equipe no monitoramento dos pacientes a cada 48 horas, até 14 dias após o 

início dos sintomas, preferencialmente por telefone, informando ao enfermeiro ou médico de 

forma imediata caso o paciente refira agravamento dos sintomas ou mudança das condições 

clínicas (como sintomas novos). 




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Tabela 04 - Medidas de isolamento domiciliar e cuidados domésticos para todos pacientes com 

diagnóstico de Síndrome Gripal, Ministério da Saúde, 2020.

CUIDADOS DOMÉSTICOS DO PACIENTE EM ISOLAMENTO DOMICILIAR POR 14 DIAS DESDE A DATA 

DE INÍCIO DOS SINTOMAS DE SINDROME GRIPAL

Sempre reportar à equipe de saúde que acompanha o caso o surgimento de algum novo 

sintoma ou piora dos sintomas já presentes

Isolamento do paciente

Precauções do cuidador

Precauções gerais

Permanecer em quarto isolado e 

bem ventilado;

 • Caso não seja possível isolar o 

paciente em um quarto único, 

manter pelo menos 1 metro de 

distância do paciente. Dormir em 

cama separada (exceção: mães 

que estão amamentando devem 

continuar amamentando com o uso 

de máscara e medidas de higiene

como a lavagem constante de mãos); 

• Limitar a movimentação do 

paciente pela casa. Locais da casa 

com compartilhamento (como 

cozinha, banheiro etc.) devem estar 

bem ventilados; 

• Utilização de máscara cirúrgica 

todo o tempo. Caso o paciente não 

tolere ficar por muito tempo, realizar 

medidas de higiene respiratória com 

mais frequência; trocar máscara 

cirúrgica sempre que esta estiver 

úmida ou danificada; 

• Em idas ao banheiro ou outro 

ambiente obrigatório, o doente    

deve usar obrigatoriamente        

máscara; 

• Realizar higiene frequente das 

mãos, com água e sabão ou álcool 

em gel, especialmente antes de 

comer ou cozinhar e após ir ao 

banheiro; 

• Sem visitas ao doente; 

• O paciente só poderá sair de 

casa em casos de emergência. 

Caso necessário, sair com máscara 

e evitar multidões, preferindo 

transportes individuais ou a pé, 

sempre que possível.

• O cuidador deve utilizar 

uma máscara (descartável) 

quando estiver perto do 

paciente. Caso a máscara 

fique úmida ou com 

secreções, deve ser trocada 

imediatamente. Nunca 

tocar ou mexer na máscara 

enquanto estiver perto do 

paciente. Após retirar a 

máscara, o cuidador deve 

lavar as mãos; 

• Deve ser realizada higiene 

das mãos toda vez que elas 

parecerem sujas, antes/

depois do contato com o 

paciente, antes/ depois de ir 

ao banheiro, antes/ depois 

de cozinhar e comer ou toda 

vez que julgar necessário. 

Pode ser utilizado álcool 

em gel quando as mãos 

estiverem secas e água e 

sabão quando as mãos 

parecerem oleosas ou sujas;

• Toda vez que lavar as 

mãos com água e sabão, dar 

preferência ao papel-toalha. 

Caso não seja possível, 

utilizar toalha de tecido e 

trocá-la toda vez que ficar 

úmida; 

• Caso alguém do domicílio 

apresentar sintomas de 

SG, iniciar com os mesmos 

cuidados de precaução 

para pacientes e solicitar 

atendimento na sua UBS. 

Realizar atendimento 

domiciliar dos contactantes 

sempre que possível.

Toda vez que lavar as 

mãos dar água e sabão, 

dar preferência ao papel-

toalha. Caso não seja 

possível, utilizar toalha de 

tecido e trocá-la toda vez 

que ficar úmida; • Todos os 

moradores da casa devem 

cobrir a boca e o nariz 

quando forem tossir ou 

espirrar, seja com as mãos 

ou máscaras. Lavar as 

mãos e jogar as máscaras 

após o uso;

 • Evitar o contato com as 

secreções do paciente; 

quando for descartar o lixo 

do paciente, utilizar luvas 

descartáveis; 

• Limpar frequentemente 

(mais de uma vez por dia) 

as superfícies que são 

frequentemente tocadas 

com solução contendo 

alvejante (1 parte de 

alvejante para 99 partes de 

água); faça o mesmo para 

banheiros e toaletes; 

• Lave roupas pessoais, 

roupas de cama e roupas 

de banho do paciente com 

sabão comum e água entre 

60-90ºC, deixe secar.

Fonte: WHO technical guidance - patient management - Coronavirus disease 2019




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Tabela 05- Normativa de acompanhamento do paciente em isolamento domiciliar via telefone.

•  Anotar o número de contato do paciente e de algum acompanhante (de preferência o 

cuidador que ficará responsável pelo paciente).

•  Realizar a ligação a cada 48 horas para acompanhamento da evolução do quadro clínico.

•  Não há necessidade de gravar a conversa.

•  Anotar  informações  sobre  a  conversa  telefônica–  quadro  clínico  autorreferido  do 

paciente, autoavaliação da necessidade de ir algum profissional à residência do paciente 

ou consulta presencial na UBS com paciente em uso de máscara e horário da ligação e 

queixas.


•  Informar ao médico e/ou ao enfermeiro se o paciente apresentar novos sintomas e/ou 

piora do quadro.

RECOMENDAÇÕES EM GRUPOS ESPECIAIS




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