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2 – Sistema Rh

Antigénio D

A  fenotipagem  eritrocitária  Rh  D  deve  ser  efectuada  em  todas  as 

dádivas de sangue e em todas as amostras pré-transfusionais. 

A fenotipagem eritrocitária Rh D consiste na pesquisa do antigénio 

D  nos  eritrócitos,  utilizando  soros  anti-D.  Devem  efectuar-se  duas 

determinações. A presença do antigénio D define o fenotipo Rh D 

positivo. A sua ausência o fenotipo Rh D negativo.

O antigénio D pode apresentar expressões mais fracas, de natureza 

quantitativa (D fraco) e/ou de natureza qualitativa (D parcial). Ambas 

serão consideradas como D variante.

A  determinação  do  antigénio  D  pode  ser  efectuada  em  tubo, 

microplaca,  aglutinação  em  coluna  ou  por  outros  métodos  de 

sensibilidade e especificidade semelhantes. Os resultados devem ser 

sempre comparados com registos anteriores e esclarecidas eventuais 

discrepâncias.

Os  soros  reagentes  a  utilizar  devem  ter  características  diferentes 

consoante forem destinados à fenotipagem de dadores, ou doentes 

e grávidas (ver adiante). 

Devem submeter-se a controlo de qualidade adequado. 

Devem  utilizar-se  controlos  positivo  e  negativo  em  cada  série  de 

testes ou, no mínimo, uma vez por dia, desde que se utilizem sempre 



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os  mesmos  reagentes.  O  resultado  só  pode  ser  validado  quando 



os  controlos,  positivo  e  negativo,  apresentarem  os  resultados 

esperados.

Nota: Os indivíduos com fenótipo D variante devem ser esclarecidos 

acerca do seu significado, já que ele difere consoante sejam dadores 

ou doentes.  




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