Protocolos de Suporte Avançado de Vida



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Protocolo Samu 192

Protocolos de Emergências Pediátricas

SUPORTE AVANÇADO DE VIDA

Este protocolo foi pautado nas mais recentes evidências científicas disponíveis. 

Adaptações  são  permitidas  de  acordo  com  as  particularidades  dos  serviços.                 

 

Elaboração: Abril/2016



• 

Com os tirantes do tronco e dos membros inferiores afivelados e revisados, deve ser finalizada a 

colocação do colete com a imobilização da cabeça.

• 

Para isso, é preciso analisar se é necessário preencher o espaço entre a cabeça e o colete, para manter o 



alinhamento neutro. Se necessário, pode ser utilizado acolchoamento.

• 

Em seguida, posicionam-se as tiras de fixação da cabeça. A primeira passa na testa do paciente e a 



segunda passa sobre o colar cervical (altura do queixo do paciente).

• 

As tiras devem ser presas com o velcro no corpo posterior do KED (a tira superior deve ficar bem justa para 



evitar qualquer movimento, e a tira inferior, mais solta, para permitir a ventilação). Em crianças pequenas, 

está contraindicada a utilização da tira de fixação sobre o mento, já que pode provocar obstrução da via 

aérea por compressão dos tecidos moles da região submentoniana. 

• 

Nesse momento, o paciente está imobilizado (tronco, pescoço e cabeça) e o profissional 1 está apto a 



deixar sua posição. Antes de movimentar o paciente, todos os tirantes devem ser reavaliados. O tirante 

superior do tórax deve ser ajustado adequadamente nesse momento.

• 

A prancha longa é posicionada sob as nádegas do paciente, apoiada no assento, enquanto do outro 



lado é apoiada pelo profissional ou pela maca.

• 

Para a sustentação da prancha, poderá ser solicitado o apoio dos demais profissionais (bombeiros, 



policiais, etc.) presentes na cena.

• 

Os profissionais 2 e 3 deverão proceder a remoção, sustentando o paciente pelas alças do colete 



enquanto o giram, levantando e movendo o paciente para fora, em movimentos curtos e sincronizados.

• 

Enquanto o paciente é girado em direção ao lado da saída, seus membros inferiores são elevados em 



direção ao assento.

• 

Os dois antebraços do paciente devem ser posicionados um sobre o outro e imobilizados com a ajuda de 



bandagens triangulares ou com as sobras dos tirantes longos.

• 

O paciente está pronto para ser removido.



• 

Se possível, a prancha longa deve ser posicionada sobre a maca ou esta deve estar próxima à saída do 

paciente, para evitar deslocamentos longos. Os giros devem ser realizados até que o paciente esteja com 

as costas voltadas para a prancha.

• 

Assim que o paciente for girado em direção à prancha longa, ele deve ser deitado sobre a prancha, com 



os membros inferiores elevados.

• 

Nesse momento, o cinto superior (verde) do tórax deve ser afrouxado, para favorecer a ventilação, e 



os cintos da virilha devem ser soltos, para permitir que os membros inferiores sejam abaixados sobre a 

prancha.


• 

O paciente deve ser adequadamente posicionado na prancha longa com o colete, para receber, em 

seguida, o afivelamento dos cintos de segurança da prancha e da maca.

4. 

Registrar o procedimento realizado na ficha/boletim de atendimento.

Observações:

• 

O comando para as ações de mobilização deve partir do profissional 1, aquele que efetua a 



estabilização manual da cabeça.

• 

Para pacientes com lesões que coloquem a vida em risco, a técnica a ser utilizada é a de retirada rápida.



• 

Procurar manter a criança informada todo o tempo, para garantir a tranquilidade e a colaboração da mesma.



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APed 51 – Imobilização sentada com dispositivo tipo colete (KED)

APed 51 – Imobilização sentada com dispositivo tipo colete (KED)

APed 


51

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