Protocolos de Suporte Avançado de Vida



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Protocolo Samu 192

Protocolos de Emergências Pediátricas

SUPORTE AVANÇADO DE VIDA

Este protocolo foi pautado nas mais recentes evidências científi cas disponíveis. 

Adaptações  são  permitidas  de  acordo  com  as  particularidades  dos  serviços.                 

 

Elaboração: Janeiro/2016



Critérios de inclusão

Na abordagem de pacientes com suspeita de trauma ou em situação ignorada (em que não é possível excluir 

a possibilidade de trauma).

Conduta


1. 

Garantir a segurança do local (Protocolo PE1).



2. 

Impressão inicial: observação rápida (avaliação visual e auditiva do paciente nos primeiros segundos de 

atendimento), considerando: 

• 

Consciência: alerta, irritável ou não responde



• 

Respiração: esforço respiratório, sons anormais ouvidos sem ausculta (estridor, chiado, gemência) ou 

ausência de movimentos respiratórios; 

• 

Coloração anormal da pele: palidez, cianose ou moteamento.



3. 

Ao avaliar a responsividade, executar simultaneamente a estabilização manual da coluna cervical.



4. 

Se o paciente não responde e não respira ou apresenta gasping, checar pulso simultaneamente e: 

• 

Se pulso ausente: reportar-se ao Protocolo de PCR (APed 7);



• 

Se pulso presente, mas que permanece com frequência ≤ 60 batimentos por minuto (bpm) e com sinais 

de perfusão insufi ciente, apesar da oxigenação e ventilação adequadas: reportar-se ao Protocolo de PCR 

(APed 7);

• 

Se pulso presente e > 60 bpm: reportar-se ao Protocolo de Parada Respiratória (APed 6).



5. 

Se o paciente não responde, mas respira, realizar a avaliação primária. 



6. 

Se o paciente responde, realizar a avaliação primária.

Avaliação primária (A, B, C, D, E)

1. 

Avaliar via aérea:

• 

Manter a permeabilidade das vias aéreas;



• 

Inspecionar a cavidade oral e, se necessário, aspirar secreções e retirar corpos estranhos (Protocolo APed 40); 

• 

Considerar as manobras manuais de abertura de vias aéreas para o trauma (Protocolo APed 38);



• 

Considerar a utilização de cânula orofaríngea nos pacientes inconscientes, conforme Protocolo APed 41; 

• 

Considerar as indicações de via aérea avançada, preferencialmente a intubação orotraqueal (Protocolo 



APed 43); 

• 

Na impossibilidade da intubação orotraqueal, podem ser utilizadas as seguintes alternativas:



• 

Máscara laríngea (Protocolo APed 42) ou outro dispositivo supraglótico;

• 

Cricotireoidostomia por punção (Protocolo APed 44).



ATENÇÃO: NÃO SE DEVE REALIZAR CRICOTIREOIDOSTOMIA CIRÚRGICA EM BEBÊS E 

CRIANÇAS;

• 

Assim que possível, colocar o colar cervical e um coxim (2 a 3 cm de espessura) na região dorsal, das 



escápulas até o quadril, para manter a posição neutra da cabeça (Protocolo APed 50).

APed 


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APed 33 – Avaliação primária do paciente pediátrico com suspeita de trauma ou em situação ignorada

APed 33 – Avaliação primária do paciente pediátrico com suspeita de trau-

ma ou em situação ignorada

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