Protocolos de Suporte Avançado de Vida


  Realizar contato com a Regulação Médica para defi nição do encaminhamento e/ou da unidade de saúde  de destino. 7



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6. 

Realizar contato com a Regulação Médica para defi nição do encaminhamento e/ou da unidade de saúde 

de destino.

7. 

Registrar achados e procedimentos na fi cha/boletim de ocorrência.

*este medicamento não integra a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais RENAME 2013.

Observações

• 

Considerar os 3 “S” (Protocolos PE1, PE2 e PE3).



• 

A caracterização da dor inclui (quando possível no paciente pediátrico):

a. localização

b. intensidade

c.  tempo de duração (início)

d. periodicidade

e.  tipologia: cólica, peso, choque, queimação, etc.

f.  presença de irradiação

g.  características de instalação

h.  fatores de melhora e piora.

• 

A avaliação da dor por meio de escalas, na faixa etária pediátrica, torna a observação mais criteriosa e 



objetiva, mas é limitada em pacientes muito debilitados ou em uso de bloqueadores neuromusculares.

• 

Os fatores associados com a dor de interesse na avaliação são, dentre outros:



a. febre

b. vômitos

c.  alteração do ritmo intestinal

d.  alterações urinárias e ginecológicas.

• 

Dipirona: 



a.  não utilizar em vítimas alcoolizadas;

b.  usar com cuidado em cardiopatas, asmáticos e hipotensos;

c.  não usar em menores de 3 meses ou com peso < 5 kg;

d.  não usar via IV ou IO em menores de 1 ano ou < 9 kg (nesse caso, usar via IM);

e.  a administração via IV/IO deve ser lenta;

f.  via parenteral: associada com maior risco de reações anafi láticas;

g.  não utilizar em pacientes portadores de defi ciência de G6PD.

Observações

• 

Considerar os 3 “S” (Protocolos PE1, PE2 e PE3).



• 

A caracterização da dor inclui (quando possível no paciente pediátrico):

a. localização

b. intensidade

c.  tempo de duração (início)

d. periodicidade

e.  tipologia: cólica, peso, choque, queimação, etc.

f.  presença de irradiação

e.  tipologia: cólica, peso, choque, queimação, etc.

e.  tipologia: cólica, peso, choque, queimação, etc.

g.  características de instalação

h.  fatores de melhora e piora.

g.  características de instalação

g.  características de instalação

• 

A avaliação da dor por meio de escalas, na faixa etária pediátrica, torna a observação mais criteriosa e 



objetiva, mas é limitada em pacientes muito debilitados ou em uso de bloqueadores neuromusculares.

• 

Os fatores associados com a dor de interesse na avaliação são, dentre outros:



a. febre

b. vômitos

c.  alteração do ritmo intestinal

d.  alterações urinárias e ginecológicas.

• 

Dipirona: 



a.  não utilizar em vítimas alcoolizadas;

b.  usar com cuidado em cardiopatas, asmáticos e hipotensos;

c.  não usar em menores de 3 meses ou com peso < 5 kg;

d.  não usar via IV ou IO em menores de 1 ano ou < 9 kg (nesse caso, usar via IM);

e.  a administração via IV/IO deve ser lenta;

f.  via parenteral: associada com maior risco de reações anafi láticas;

g.  não utilizar em pacientes portadores de defi ciência de G6PD.

f.  via parenteral: associada com maior risco de reações anafi láticas;

f.  via parenteral: associada com maior risco de reações anafi láticas;

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