Protocolos de Suporte Avançado de Vida



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Categorias

0

1

2

Face


Nenhuma expressão facial 

ou sorriso

Caretas ou sobrancelhas 

franzidas de vez em quando, 

introversão, desinteresse

Tremor frequente do queixo

mandíbulas cerradas

Pernas


Normais ou relaxadas

Inquietas, agitadas, tensas

Chutando ou esticadas

Atividade

Quieto, na posição normal, 

movendo-se facilmente

Contorcendo-se, movendo-

se para frente e para trás, 

tenso

Curvada, rígida ou com 



movimentos bruscos

Choro


Sem choro (acordado ou 

dormindo)

Gemidos ou choramingos; 

queixa ocasional

Choro continuado, grito 

ou soluço; queixa com 

frequência

Consolabilidade

Satisfeito, relaxado

Tranquilizado por toques

abraços ou conversas 

ocasionais; pode ser 

distraído

Difícil de consolar ou 

confortar

PARÂMETRO

0

 

PONTO


1 PONTO

2 PONTOS


Expressão facial

Relaxada


Contraída

-

Choro



Ausente

Resmungos

Vigoroso

Respiração

Regular

Alterada/irregular

-

Braços


Relaxados

Fletidos/estendidos

-

Pernas


Relaxadas

Fletidas/estendidas

-

Estado de Alerta



Dormindo e/ou calmo

Desconfortável e/ou irritado

-

1/4

APed30 – Manejo da dor

APed 

30

APed30 – Manejo da dor



ESCALA FLACC 

(Face, Legs, Activity, Cry, Consolability):

 utilizada na faixa etária de 0 a 6 anos

SAMU_avancado_APPed.indd   67

08/06/2016   08:02:42



Protocolo Samu 192

Protocolos de Emergências Pediátricas

SUPORTE AVANÇADO DE VIDA

Este protocolo foi pautado nas mais recentes evidências científi cas disponíveis. 

Adaptações  são  permitidas  de  acordo  com  as  particularidades  dos  serviços.                 

 

Elaboração: Janeiro/2016



2/4

APed30 – Manejo da dor

APed30 – Manejo da dor

APed 


30

ESCALA NUMÉRICA DE DOR: 

utilizada a partir dos 7 anos de idade.

• 

Solicitar ao paciente que caracterize uma nota para qualifi car a intensidade da dor referida.



• 

Escore: dor leve = 1 a 3; moderada = 4 a 6; intensa = 7 a 9; insuportável = 10.

Conduta

1. 

Realizar impressão inicial e avaliação primária (Protocolo APed2);



2. 

Realizar avaliação secundária (Protocolo APed3), com ênfase para:

• 

Realizar entrevista SAMPLE  e identifi car possíveis causas;



• 

Caracterizar a dor;

• 

Obter dados sobre fatores associados à dor;



• 

Avaliar a intensidade da dor de acordo com escala adequada à faixa etária;

• 

Remover o agente causal da dor, se possível.






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