Protocolos de Suporte Avançado de Vida



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6. 

Atentar para a ocorrência de parada cardiorrespiratória (PCR); se ocorrer PCR, manter compressões 

torácicas continuamente.

7. 

Realizar contato com a Regulação Médica para defi nição de encaminhamento e/ou da unidade de 

saúde de destino. 

8. 

Registrar achados e procedimentos na fi cha/boletim de ocorrência.



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Protocolo Samu 192

Protocolos de Emergências Pediátricas

SUPORTE AVANÇADO DE VIDA

Este protocolo foi pautado nas mais recentes evidências científi cas disponíveis. 

Adaptações  são  permitidas  de  acordo  com  as  particularidades  dos  serviços.                 

 

Elaboração: Janeiro/2016



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APed26 – Anafi laxia

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Observações

• 

Considerar os 3 “S” (Protocolos PE1, PE2, PE3).



• 

Preparar a epinefrina preferencialmente em seringa de 1 mL e injetar na coxa utilizando agulha 25 

x 7 ou menor (dependendo do tamanho do paciente). 

• 

Se necessário, aplicar a epinefrina na coxa sobre a roupa ou após cortar rapidamente a perna 



da calça, para que não haja perda de tempo tentando retirar uma calça muito justa ou de difícil 

retirada.

• 

O choque vasogênico (distributivo) da anafilaxia pode necessitar de ressuscitação fluídica mais 



agressiva. 

• 

Efeitos farmacológicos transitórios esperados após aplicação da dose recomendada de epinefrina 



por qualquer via de administração incluem: palidez, tremores, ansiedade, palpitação, tontura e 

cefaleia, que indicam que a dose terapêutica foi ofertada.

• 

Epinefrina via IV: reservada apenas para os casos de:



• 

Iminência de choque ou no choque já estabelecido: nesses casos, realizar infusão IV/IO lenta 

de epinefrina 1:10.000 (1 mL em 9 mL de água destilada ou solução salina 0,9% = 0,1 mg/

mL) ou titulando a dose, de acordo com a monitorização da frequência e ritmo cardíaco;

• 

Iminência ou vigência de PCR: utilizar epinefrina em bolus IV/IO (0,01 mg/kg ou 0,1 mL/kg 



da solução 1:10.000), conforme Protocolo (de PCR) APed7.

• 

A hidrocortisona deve ser administrada no atendimento pré-hospitalar, apesar do seu início de ação 



mais tardio, porque pode ajudar a prevenir a anafilaxia bifásica.

• 

Pacientes em uso de betabloqueador podem ter quadros mais graves e não apresentar resposta 



adequada à epinefrina. Nesses casos, se ocorrer bradicardia persistente, utilizar atropina e, nos 

casos de broncoespasmo resistente, usar brometo de ipratrópio em inalação.

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