Protocolos de Suporte Avançado de Vida



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7. 

Nos casos com sintomas moderados ou graves: realizar inalação com 5 mL de epinefrina 1:1000 (cinco 

ampolas), sem diluição.

8. 

Estar atento à possibilidade de parada respiratória (Protocolo APed6) ou parada cardiorrespiratória 

(Protocolo APed7).

9. 

Realizar contato com a Regulação Médica para defi nição do encaminhamento e/ou unidade de saúde de 

destino.

10. 

Registrar achados e procedimentos na fi cha/boletim de ocorrência.

Observações

• 

Considerar os 3 “S” (Protocolos PE1, PE2, PE3).



• 

Atentar para o direito da criança de ter um acompanhante (responsável legal ou outro).

• 

Se o paciente for considerado crítico, o tempo de permanência na cena deve ser o mínimo possível.



• 

Lembrar-se da limitada duração da ação da epinefrina e da possibilidade de recorrência dos sintomas 

(“efeito rebote”), o que pode ocorrer no período de 2 a 4 horas após a inalação; por esse motivo

é obrigatório o transporte desse paciente para a Unidade de Saúde, onde deverá permanecer em 

observação por pelo menos 4 horas.

• 

A inalação com epinefrina poderá ser repetida em caso de efeito rebote, principalmente nos transportes 



prolongados.

• 

Contraindicação relativa ao uso da epinefrina: obstrução do fl uxo de saída ventricular (p. ex.: Tetralogia 



de Fallot). 

• 

A intubação orotraqueal raramente será necessária, devendo, se for o caso, ser realizada em ambiente 



hospitalar, com cânula traqueal de tamanho menor que o previsto para a idade do paciente. 

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APed19 – Laringotraqueíte aguda

APed19 – Laringotraqueíte aguda

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