Protocolos de Suporte Avançado de Vida



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Protocolo Samu 192

Protocolos de Emergências Pediátricas

SUPORTE AVANÇADO DE VIDA

Este protocolo foi pautado nas mais recentes evidências científi cas disponíveis. 

Adaptações  são  permitidas  de  acordo  com  as  particularidades  dos  serviços.                 

 

Elaboração: Janeiro/2016



Quando suspeitar ou critérios de inclusão

Na presença de rouquidão, tosse ladrante (“tosse de cachorro”), estridor inspiratório independentemente da 

posição, graus variados de desconforto respiratório, taquipneia, tiragem; cianose nos casos mais graves; sem 

aparência toxemiada.



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APed19 – Laringotraqueíte aguda

APed19 – Laringotraqueíte aguda

APed 


19

CRITÉRIOS CLÍNICOS DE GRAVIDADE

Leve

Tosse ladrante esporádica, sem estridor audível em repouso (audível somente com 



agitação), sem tiragens

Moderado


Tosse ladrante frequente, estridor facilmente audível em repouso, retrações 

supraesternal e esternal presentes em repouso, sem agitação ou angústia, boa entrada 

de ar à ausculta dos campos pulmonares periféricos

Grave


Tosse ladrante frequente, estridor inspiratório proeminente e expiratório ocasional, 

tiragens importantes, agitação signifi cativa e angústia, entrada de ar reduzida à ausculta 

pulmonar

Iminente falência 

respiratória

Tosse ladrante (pode não ser proeminente), estridor audível em repouso (pode ser difícil 

de ouvir), retrações esternais (podem não ser tão acentuadas se houver insufi ciência do 

esforço respiratório), letargia, diminuição do nível de consciência, cianose ou palidez, 

movimento de ar defi ciente à ausculta

Fontes: 1. Alberta Clinical Practice Guideline Working Group, 2008; 2. Suporte Avançado de Vida em Pediatria (PALS).  Professional Manual. 

Edição em português, 2012, pg 51.

Conduta


1. 

Realizar Impressão inicial e avaliação primária (Protocolo APed2), com ênfase para:

• 

Avaliar o nível de consciência;



• 

Avaliar parâmetros da ventilação;

• 

Manter o paciente em decúbito elevado, em graus variáveis, de acordo com a intensidade do desconforto 



respiratório; e

• 

Considerar a possibilidade de obstrução de vias aéreas por corpo estranho (OVACE) (Protocolo APed4 e 



APed5).

2. 

Realizar avaliação secundária (Protocolo APed3), com ênfase para:

• 

Avaliar o padrão respiratório (frequência, amplitude e simetria) e ruídos respiratórios;



• 

Avaliar oximetria; e

• 

Realizar entrevista SAMPLE.



3. 

Oferecer oxigênio (O

2

) suplementar por máscara não-reinalante 10 a 15 L/min se saturação de O



2

 < 94%.


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